Consórcio é multado em R$ 152 milhões por danos ambientais na obra da Transolímpica

Consórcio é multado em R$ 152 milhões por danos ambientais na obra da Transolímpica

O Consórcio Transolímpica, composto pelas construtoras Odebrecht, Camargo Correa, OAS e Andrade Gutierrez, terá que pagar uma multa de R$ 152 milhões por danos ambientais causados à Mata Atlântica durante as obras da via expressa Transolímpica, no Rio de Janeiro. A ação ajuizada pela Advocacia-Geral da União (AGU) também processou o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e a Prefeitura do Rio de Janeiro, responsável pela licitação.

O processo proposto pela Procuradoria-Regional da União na 2ª Região (PRU2) foi gerado após uma denúncia feita pela organização não-governamental (ONG) Defensoria Socioambiental ao Ministério Público Federal (MPF). Foram encaminhados ao local peritos ambientais do MPF, do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Polícia Federal que identificaram os danos causados.

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Terceiro grande BRT do Rio, Transolímpica atravessa 11 bairros a facilita acesso a competição esportiva

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Uma das principais obras de mobilidade já realizadas no Rio de Janeiro, o BRT Transolímpica abrirá novas alternativas de deslocamento em uma cidade que cresceu de forma desordenada e ao redor de morros que agem como barreiras naturais. O novo corredor tem 25 km de extensão, sendo 13 km de vias expressas, e avança por 11 bairros, conectando o Recreio dos Bandeirantes (zona Oeste) a Deodoro (zona Norte).

Além de reestruturar permanentemente as vias cariocas, o novo BRT (Transporte Rápido por Ônibus, na sigla em português) foi pensado para auxiliar a fluidez de visitantes e comitivas ligados aos Jogos Olímpicos. Assim, a via dá acesso à Vila dos Atletas, ao Parque Olímpico, ao Parque Radical e ao Centro de Hipismo e Tiro.

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