Reservatório de Jucazinho, no agreste de Pernambuco, passou por obras de renovação e reparos essenciais, depois de identificadas fissuras na estrutura de concreto

Reservatório de Jucazinho, no agreste de Pernambuco, passou por obras de renovação e reparos essenciais, depois de identificadas fissuras na estrutura de concreto

Construída em 1998, a Barragem de Jucazinho é o maior reservatório de Pernambuco, com 70 m de altura e 430 m de largura. Responde pelo fornecimento de água para cerca de 800.000 pessoas de 15 municípios da região. No início de 2016, a barragem entrou em colapso, em decorrência da pior seca dos últimos 60 anos no estado. Agora, preparada para o período de chuvas, atingiu em abril último 6,2 milhões m³ – capacidade total de reserva é de 327 milhões m³.

“O clima muito seco e as chuvas esporádicas causaram muitas infiltrações pelas fissuras e juntas da estrutura de concreto da barragem, que foi se deteriorando e apresentando descamação parcial de suas superfícies”, conta o engenheiro Cláudio Ourives, diretor executivo da Penetron Brasil, responsável pela tecnologia empregada na obra de recuperação. Assim que as chuvas retornassem, a estrutura desidratada poderia se romper e pôr em perigo a cidade vizinha de Surubim e até mesmo inundar Recife, a 124 km de distância. O que se configurava como ameaça para mais de 3 milhões de habitantes.

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BNDES pretende investir R$ 54 bilhões em infraestrutura entre 2018 e 2019

BNDES pretende investir R$ 54 bilhões em infraestrutura entre 2018 e 2019

As projeções do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) são de investimento de cerca de R$ 54 bilhões em financiamentos na área de infraestrutura entre 2018 e 2019. Os dados foram divulgados na última semana.

“Somente na área de energia, deveremos ter nesses dois anos cerca de R$ 32,6 bilhões em novos financiamentos do BNDES. Mas outras áreas também terão crescimento expressivo, especialmente nos setores de logística, com rodovias e ferrovias, e de hidrovias”, acredita Marilene Ramos, diretora de Infraestrutura do BNDES. Em energia, estão projetos de geração, transmissão e distribuição, setor que o banco tem priorizado – principalmente fontes renováveis como solar e eólica..

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Força-tarefa do Governo Federal vai investir R$ 130,97 bilhões na conclusão de obras paradas em todo o País

Força-tarefa do Governo Federal vai investir R$ 130,97 bilhões na conclusão de obras paradas em todo o País

O Governo Federal vai investir R$ 130,97 bilhões na conclusão de 7.439 obras paradas em todas as regiões do Brasil até o final de 2018. São projetos rodoviários, de aeroportos regionais, de saneamento, de habitação, de mobilidade urbana, de saúde e de educação, entre outros. As ações fazem parte do programa “Agora, é Avançar”, lançado na última quinta-feira (9) em Brasília. Ler mais

FGTS investirá R$ 330 bilhões em habitação, saneamento e infraestrutura nos próximos quatro anos

FGTS investirá R$ 330 bilhões em habitação, saneamento e infraestrutura nos próximos quatro anos

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou na última semana o orçamento dos próximos quatro anos, que prevê mais de R$ 330 bilhões para investimentos em habitação, saneamento e infraestrutura. A medida pretende beneficiar cerca de 144,7 milhões de pessoas, além da criação de 6,7 milhões de postos de empregos.

De acordo com o conselho, apenas para o ano de 2018 serão mais de R$ 85,5 bilhões para os setores operacional, financeiro e econômico do FGTS, enquanto para os anos de 2019 e 2020 será de R$ 81,5 bilhões por ano, além de R$81 milhões previstos para 2021. Vale destacar que o orçamento de 2017 foi de R$ 77,5 bilhões.

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CNI simplificação do uso do FGTS em investimentos na área de saneamento

CNI simplificação do uso do FGTS em investimentos na área de saneamento

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acaba de divulgar o estudo inédito “Investimentos em Saneamento com Recursos do FGTS – Uma Agenda de Simplificação e Otimização”, que defende a simplificação do acesso aos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para investimentos em saneamento no País.

Com 64 páginas, a pesquisa mostra as regras vigentes para a contratação dos recursos do FGTS por meio das empresas públicas e privadas, bem como todas as limitações que essas diretrizes proporcionam à expansão das redes de esgoto, atual setor com o maior déficit da infraestrutura brasileira.

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Área de infraestrutura recebe apenas 4,1% do previsto pelo FGTS em 2016

Área de infraestrutura recebe apenas 4,1% do previsto pelo FGTS em 2016

Segundo balanço divulgado na última terça-feira (22) pelo Ministério do Trabalho, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) injetou R$ 190,37 bilhões na economia brasileira em 2016. Deste montante, R$ 108,89 bilhões são relativos aos saques, enquanto R$ 81,48 bilhões foram liberados por meio de crédito de financiamento.

Entre os setores, a Habitação foi o qual teve maior investimento do fundo, de R$ 80,86 bilhões. O montante representa 88% das contratações estimadas para o ano. As áreas de Infraestrutura e Saneamento, porém, não tiveram resultados tão positivos. Foram liberados R$ 386,32 milhões e R$ 226,64 milhões, respectivamente, o que corresponde a apenas 4,1% e 6,5% do total previsto para 2016.

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Obras de saneamento no Paraná receberão R$ 92 milhões

Obras de saneamento no Paraná receberão R$ 92 milhões

O estado do Paraná terá financiamento de R$ 92 milhões para obras de saneamento em 19 municípios. O anúncio foi feito durante encontro do ministro das Cidades, Bruno Araújo, o governador do Paraná, Beto Richa, e o diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Mounir Chaowiche, nesta terça-feira (15).

Serão beneficiadas as cidades de Paraíso, Ivaiporã, Londrina, Santo Inácio, São João do Triunfo, Agudos do Sul, Altônia, Curitiba, Pinhais, São José dos Pinhais, Imbituva, Itaperuçu, Prudentópolis, Campo Magro, Araucária, Almirante Tamandaré, Quatro Barras, Campo Largo e Mandirituba.

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Ministério das Cidades vai investir R$ 750 milhões em obras na cidade de São Paulo

Ministério das Cidades vai investir R$ 750 milhões em obras na cidade de São Paulo

A Prefeitura de São Paulo e o Ministério das Cidades anunciaram na última quinta-feira (10) um investimento de R$ 750 milhões nas áreas de habitação e intervenções em áreas de riscos, incluindo obras de drenagem. “Esse pacote é muito importante para a cidade e o Estado de São Paulo e, em especial, para a população que vive na periferia, que é a mais necessitada e mais fragilizada”, destacou o prefeito de São Paulo, João Doria.

Ao todo, serão sete pontos abordados inicialmente pelo pacote de ações, entre eles: Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) Encostas; Projeto Piloto de Locação Social; novas moradias do Minha Casa Minha Vida (MCMV); contratação de mil unidades habitacionais vinculadas ao PAC; início das obras de drenagem e saneamento; Programa Casa da Família; e atendimento às famílias beneficiárias do MCMV.

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ETE Pararangaba, em São José dos Campos (SP), tem capacidade de 405 litros por segundo e atende cerca de 25% da população da cidade

ETE Pararangaba, em São José dos Campos (SP), tem capacidade de 405 litros por segundo e atende cerca de 25% da população da cidade

O sistema possui capacidade de 405 litros por segundo e atende 170 mil habitantes da região leste da cidade (cerca de 25% da população). Ao todo, foram investidos R$ 107,8 milhões. A obra foi dividida em duas etapas: na primeira delas, a Sabesp contratou o consócio Sanevap (formado pelas empresas GS Inima Brasil, Construtora Elevação e Cesbe Engenharia), que foi responsável pela construção da ETE, de alguns trechos coletores e também de duas estações elevatórias. Na segunda etapa, a empresa contratada foi a Enpasa Engenharia, que fez mais sete estações elevatórias e o restante dos coletores. Ao todo, foram 37 km de coletores-tronco, 26 km de redes de esgotos, 1.726 ligações domiciliares e oito estações elevatórias, além da própria estação de tratamento.

Conforme lembra Sidney Silva, coordenador de empreendimentos da Sabesp e responsável pela construção da ETE Pararangaba, o maior desafio se deu logo no início, em junho de 2013, quando a empresa detectou que o solo não estava adequado para a construção. “Nós tínhamos uma área prevista para executar a obra. Quando fomos iniciar os serviços, detectamos que o solo estava muito instável, e uma reconfiguração do solo iria custar muito, pois a gente teria que fazer uma injeção de solo cimento”, explica o coordenador.

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Contenção de valas viárias: sistema de escoramento combina estacas secantes (do tipo hélice) e blindagem

Contenção de valas viárias: sistema de escoramento combina estacas secantes (do tipo hélice) e blindagem

Foram necessários dois sistemas de escoramento de valas para garantir a segurança e a produtividade da escavação dos 8,5 m de profundidade da Estação Elevatória de Esgoto Alvorada, construída em 2015, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Na primeira fase da obra, cerca de 150 estacas secantes (hélices) foram instaladas. Em seguida, um sistema de blindagem também foi utilizado no trecho mais profundo. Ao todo, a obra levou oito meses para ser concluída.

Segundo Ricardo Marques, engenheiro supervisor da Tecnoplan Multi-Engenharia, empresa executora da obra, a escavação foi um desafio devido ao grande movimento na região. “Porque era uma área muito ocupada, já muito urbanizada, próxima da Avenida Ayrton Senna”, diz o engenheiro. Por isso, tanto a fase de estaqueamento quanto a de blindagem foram decisivas para o sucesso da escavação.

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