Aneel homologa resultado de leilão que vai investir R$ 8,7 bilhões em linhas de transmissão

Aneel homologa resultado de leilão que vai investir R$ 8,7 bilhões em linhas de transmissão

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou em fevereiro o resultado do leilão de transmissão nº 2/2017, realizado no dia 15 de dezembro na B3, em São Paulo. Ao todo, foram negociados 11 lotes para a construção, operação e manutenção de 4.919 km de linhas de transmissão. O deságio médio foi de 40,46%.

Os empreendimentos ficam na Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Tocantins. Esses lotes ofertados representam R$ 8,7 bilhões de investimentos em transmissão.

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Aneel assina contratos de concessão de sete mil km de linhas de transmissão

Aneel assina contratos de concessão de sete mil km de linhas de transmissão

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) assinou na última sexta-feira (11) os contratos de concessões das linhas de transmissão leiloadas no dia 24 de abril. Com 31 de 35 lotes arrematados, as concorrências tiveram um ágio de 36,47%, resultando em um investimento de R$ 12,7 bilhões durante os 30 anos do contrato com as concessionárias, que, inicialmente, terão prazo de 36 a 60 meses para conclusão das obras.

Os negócios somam cerca de 7.068,6 km e 13,1 mil mega-volt-amperes (MVA) de potência de subestações. São empreendimentos nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Concreto pré-moldado em obras de infraestrutura é algo longe de ser inédito no Brasil, mas num monotrilho é novidade

Concreto pré-moldado em obras de infraestrutura é algo longe de ser inédito no Brasil, mas num monotrilho é novidade

A utilização do concreto pré-moldado em obras de infraestrutura, como pontes e viadutos, já é tradicional no Brasil e pode ser vista na maioria das grandes obras atuais. Na área de monotrilhos, no entanto, é recente como essa própria modalidade de transporte no país: antes do projeto paulistano, foram implantados apenas dois, em Poços de Caldas (MG) e Rio de Janeiro, ambos pequenos empreendimentos privados. Mas, no mundo, diversas cidades contam há anos com monotrilhos em seus sistemas públicos de transporte, como Las Vegas (EUA), Kuala Lampur (Malásia) e Tóquio (Japão), entre outras.

Algumas dessas obras são muito antigas. O monotrilho de Wuppertal, na Alemanha, por exemplo, foi construído em 1901 e ainda se encontra em funcionamento. A modalidade, diga-se, não é do agrado de todos. Ainda que o modal seja mais barato que o metrô convencional e exija menor tempo de implantação, críticos afirmam que o sistema degrada a paisagem e carrega relativamente poucos passageiros na comparação com um ramal metroviário comum.

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Técnica de execução poupa desvios e interdição total das vias durante as obras dos monotrilhos em São Paulo

Técnica de execução poupa desvios e interdição total das vias durante as obras dos monotrilhos em São Paulo

Principal obra pública em execução em São Paulo, mas com o seu cronograma bastante atrasado, o sistema de monotrilhos que cortará, com duas linhas férreas elevadas, trechos da zona leste e da zona sul da cidade está provando, de qualquer modo, que o uso do concreto pré-moldado é realmente o ideal para projetos desse tipo em grandes e congestionados centros urbanos.

Tanto na Linha 15-Prata – que em um primeiro momento ligará os bairros de Ipiranga e Sapopemba, em uma extensão de 13 km (já tem um pequeno trecho em operação) – como na Linha 17-Ouro, cujos 8 km iniciais ligarão o bairro do Morumbi ao Aeroporto de Congonhas, as obras estão se desenvolvendo com pouquíssimas interferências no tráfego de veículos e pedestres. Ambas as vias, que serão fisicamente integradas a linhas do metrô, passam por sobre movimentadas avenidas da cidade.

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Concreto moldado in loco está presente nos pilares e nos deck-switches da construção do monotrilho

Concreto moldado in loco está presente nos pilares e nos deck-switches da construção do monotrilho

A Linha 15-Prata e a Linha 17-Ouro são praticamente idênticas, do ponto de vista formal e construtivo. Ambas estão sendo implantadas com vigas pré-moldadas sustentadas por altos pilares, sendo que os trens circularão diretamente sobre este complexo, com as vigas servindo como as próprias faixas de rolamento.

Já os “deck-switches” – as lajes de concreto que sustentarão as vigas metálicas que se movimentam e permitem aos trens mudar de via – estão sendo executados com o uso de concreto moldado in loco, assim como os pilares.

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