Governo Federal lança financiamento para projetos de mobilidade em cidades com mais de 250 mil habitantes

Governo Federal lança financiamento para projetos de mobilidade em cidades com mais de 250 mil habitantes

O Ministério das Cidades iniciou na última semana o processo de seleção e contratação do Programa Avançar Cidades – Mobilidade Urbana, voltado a projetos para municípios com população acima de 250 mil habitantes. Serão R$ 3,7 bilhões de financiamentos disponibilizados pelo Fundo de Garantia por Tempo e Serviço (FGTS), com valor mínimo de R$ 5 milhões e máximo de R$ 200 milhões por contrato. Os recursos virão do Programa Pró-Transporte.

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Potência variada é a chave do sistema implantado na capital amazonense

Potência variada é a chave do sistema implantado na capital amazonense

O QUE É
Para a modernização do parque de iluminação de Manaus, foram utilizados dois modelos: Street Light (V2) e Street Light (Pico-LE), ambos da Ledstar, marca criada em 2011 pela Unicoba. São produtos voltados para a iluminação de vias públicas, pátios e parques, que possuem uma potência típica que varia de 40 W a 240 W, podendo chegar a 320 W no caso do Street Light (V2). Conforme explica Peter Cabral, diretor de eficiência energética e smart cities da empresa, o projeto de Manaus compreende várias potências, que variam de acordo com as especificações e a hierarquia viária de cada município. Em termos gerais, quanto mais complexa uma via, maior a sua classificação. No caso de uma via local com pouco fluxo de veículos e pedestres, a posição na classificação também é mais baixa. “A norma brasileira de iluminação pública e luminárias de LED compreende valores específicos em termos de resultados para atendimento a cada uma dessas classificações viárias”, explica Cabral. Dessa forma, a partir do momento em que a prefeitura aufere o Plano Diretor Viário já se sabe quanto a Avenida Eduardo Ribeiro, por exemplo, deve entregar em termos de resultado de intensidade de iluminação (lux).

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Manaus pode ser a primeira capital a substituir 100% dos sistemas convencionais de iluminação por lâmpadas de LED

Manaus pode ser a primeira capital a substituir 100% dos sistemas convencionais de iluminação por lâmpadas de LED

Com 42.268 novos pontos de iluminação de LED, a cidade de Manaus é a capital que mais investe na substituição de tecnologia. São gastos cerca de R$ 85 milhões anualmente – somente em 2015, foram R$ 110 milhões

Atualmente, Manaus (AM) tem 33,4% de sua rede de iluminação com luminárias de LED, e a previsão é de que esteja 100% coberta pela tecnologia até 2020.

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BNDES define consórcios responsáveis por modelar PPPs de iluminação pública em Porto Alegre e Teresina

BNDES define consórcios responsáveis por modelar PPPs de iluminação pública em Porto Alegre e Teresina

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) divulgou os consórcios Houer e Núcleo como vencedores da licitação para a modelagem das Parcerias Público Privadas (PPPs) de iluminação pública das cidades de Porto Alegre e Teresina, respectivamente. O deságio foi de 80,2% na capital do Rio Grande do Sul (proposta de R$ 870 mil) e de 86,6% na capital do Piauí (R$ 1,475 milhão). Ao todo, 14 grupos participaram de cada pregão.

O consórcio Houer é composto pelas empresas Houer Concessões, RSI Engenharia, Albino Advogados Associados e Maciel Rocha Advogados, enquanto o consórcio Núcleo é formado pelas empresas Núcleo Engenharia Consultiva, Thoreos Consultoria, Vasconcelos e Santos e Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Sociedade de Advogados.

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Veja como funciona a telegestão de iluminação pública com LED

Veja como funciona a telegestão de iluminação pública com LED

O gerenciamento remoto da iluminação pública com base em luminárias de LED começa a ganhar corpo nas cidades brasileiras por meio principalmente de Parcerias Público Privadas (PPPs). A modernização das redes entrou de vez na agenda das prefeituras em janeiro de 2014, quando concessionárias repassaram aos municípios os ativos desse serviço, seguindo determinação da resolução normativa 414/2010 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A telegestão garante que o operador da rede saiba a exata localização de cada ponto de luz e receba quase instantaneamente informações de desempenho e de falhas, como, por exemplo, lâmpadas queimadas no sistema. Essa agilidade facilita a manutenção da rede, pois os problemas não dependem apenas de rondas. Além dos alertas em casos de anormalidades, podem ser programadas varreduras periódicas, que fornecem dados para análises mais amplas do funcionamento da rede. As informações individualizadas dos pontos de consumo também permitem maior controle sobre os gastos das prefeituras com energia. Hoje, para efeitos de cálculo de consumo, a conta de eletricidade considera que cada lâmpada fica ligada 11h52 por dia, exceto em casos excepcionais. Com a telegestão, o consumo acumulado do sistema é registrado com exatidão. Por outro lado, o operador pode controlar a intensidade de cada luminária de LED, reduzindo ainda mais o uso de eletricidade.

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