Contra crise hídrica, Governo de São Paulo entrega a interligação entre as bacias hidrográficas Jaguari-Atibainha

Contra crise hídrica, Governo de São Paulo entrega a interligação entre as bacias hidrográficas Jaguari-Atibainha

Foi entregue no início de março a interligação entre as bacias hidrográficas Jaguari-Atibainha, na região Metropolitana de São Paulo, obra considerada essencial pelo Governo de São Paulo para combater a crise hídrica. O objetivo é aumentar a disponibilidade de água para cerca de 39 milhões de pessoas de São Paulo, Campinas, cidades da região do Vale do Paraíba e Rio de Janeiro.

A interligação, de 20 km de adutoras e túnel, terá uma vazão máxima de 8,5 m³/s da represa Jaguari, no Vale do Paraíba, para a Atibainha, em Nazaré Paulista, e de 12,2 m³/s no sentido contrário. Para isso, são utilizadas seis bombas de 5.000 CV para empurrar a água morro acima, fazendo com que ela possa superar a montanha que separa as duas represas, em um desnível de 200 M.C.A.

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Realizada detonação de túnel de 2 km de extensão na Nova Tamoios Contornos, litoral Norte de São Paulo

Realizada detonação de túnel de 2 km de extensão na Nova Tamoios Contornos, litoral Norte de São Paulo

O Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, participou no dia 13 de outubro da detonação do Túnel 301, o segundo mais extenso da Nova Tamoios Contornos, no litoral Norte do estado. Com 2,27 km de extensão, a estrutura ligará o trecho sob o Parque Estadual da Serra do Mar aos bairros da Enseada, na Costa Norte e ao São Francisco, na região central da cidade de São Sebastião.

Para a construção da Nova Tamoios Contornos foi necessária a divisão em quatro trechos, sendo os lotes 1 e 2 executados em Caraguatatuba e os lotes 3 e 4 em São Sebastião. A rodovia terá 33,9 km de extensão no total, com cinco túneis duplos que comportam até duas faixas de rolamento por sentido. O túnel 101 possui 294 metros; o Túnel 102: 406 m; o Túnel 301: 2,27 km; o Túnel 302/401: 3,45 km; e o Túnel 402: 240 m.

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Túnel Marcello Alencar facilita acesso ao Centro e à zona Sul do Rio de Janeiro

Túnel Marcello Alencar facilita acesso ao Centro e à zona Sul do Rio de Janeiro

Os motoristas que perderam uma via rápida para chegar ou sair do Rio de Janeiro pela região portuária com a implosão do Elevado da Perimetral, em 2013, ganharam uma solução com mais capacidade de tráfego, mas sem vista para a Baía de Guanabara. A segunda galeria do túnel Prefeito Marcello Alencar, no sentido rodoviária, foi entregue no dia 21 de julho e juntou-se às pistas do sentido Aterro do Flamengo, inauguradas em 19 de junho. Foram quatro anos de trabalhos para concluir o mais longo subterrâneo rodoviário urbano do País.

A obra completa a ligação entre as duas principais vias de acesso à cidade – Ponte Rio-Niterói e Avenida Brasil – e o Aterro do Flamengo, que leva às áreas centrais e à zona Sul. Apesar de conectar apenas o bairro da Gamboa ao Centro, o túnel deixou mais rápido o deslocamento de ida e vinda da região dos Lagos, dos municípios atendidos pela Rodovia Presidente Dutra, dos bairros da zona Norte, como Caju, Bonsucesso e Ramos; até Santa Teresa, Catete, Glória, Botafogo e Copacabana. O tempo do trajeto entre a rodoviária Novo Rio e o Aeroporto Santos Dumont, antes de 20 a 30 minutos, caiu pela metade.

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Simplicidade executiva e custo competitivo caracterizam a solução de poços secantes para escavação de túneis

Simplicidade executiva e custo competitivo caracterizam a solução de poços secantes para escavação de túneis

Técnica construtiva utilizada no Brasil há menos de duas décadas, os poços secantes são uma solução desenvolvida em substituição à solução de abertura de vala a céu aberto para escavação de túneis. Consiste na construção de poços múltiplos conjugados de grande diâmetro, partindo do mesmo conceito empregado pelo método New Austrian Tunnelling Method (NATM).

Como um túnel vertical, os poços tiram proveito da geometria circular e das características do concreto projetado. “Essas estruturas trabalham à compressão com pequena excentricidade, de modo que é possível projetar estruturas de grandes dimensões com espessuras de concreto projetado relativamente pequenas”, explica o geólogo Hugo Cássio Rocha, ex-presidente do Comitê Brasileiro de Túneis e assessor técnico do Metrô de São Paulo. Ler mais

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