Governo Federal lança financiamento para projetos de mobilidade em cidades com mais de 250 mil habitantes

Governo Federal lança financiamento para projetos de mobilidade em cidades com mais de 250 mil habitantes

O Ministério das Cidades iniciou na última semana o processo de seleção e contratação do Programa Avançar Cidades – Mobilidade Urbana, voltado a projetos para municípios com população acima de 250 mil habitantes. Serão R$ 3,7 bilhões de financiamentos disponibilizados pelo Fundo de Garantia por Tempo e Serviço (FGTS), com valor mínimo de R$ 5 milhões e máximo de R$ 200 milhões por contrato. Os recursos virão do Programa Pró-Transporte.

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Duplicação da rodovia SP 360, que integra a Rota das Bandeiras, exigiu obras de contenção e drenagem em que foram especificados canais de gabiões e muros de terra armada

Duplicação da rodovia SP 360, que integra a Rota das Bandeiras, exigiu obras de contenção e drenagem em que foram especificados canais de gabiões e muros de terra armada

As histórias dos bandeirantes e suas expedições para explorar o território interiorano do estado de São Paulo inspiraram o surgimento da Concessionária Rota das Bandeiras, responsável pela gestão de uma malha viária de 297 quilômetros que compõe o Corredor Dom Pedro. Localizado num ponto estratégico para o escoamento da produção agrícola nacional, esse corredor comunica o Vale do Paraíba com a Região Metropolitana de Campinas e o Circuito das Frutas, próximo da cidade de São Paulo. Engloba 17 municípios de uma das áreas mais ricas do país, com 2,5 milhões de habitantes, e abrange cinco rodovias paulistas, entre elas, a SP 360, que vai de Jundiaí a Águas de Lindoia.

No trecho entre os quilômetros 67 e 81 da SP 360 (Jundiaí-Itatiba), a concessionária Odebrecht TransPort, por meio da Construtora Norberto Odebrecht, promoveu obras de duplicação da rodovia – o trabalho na faixa que atravessa uma área bastante urbanizada, com vários estabelecimentos comerciais e residenciais lindeiros, teria exigido uma série de desapropriações imobiliárias e provocado muitos transtornos aos usuários não fosse a utilização de métodos de contenção geotécnica e a projeção de canais para o escoamento adequado das águas pluviais.

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Veja como deve ser feita a instalação de poços de visita monolíticos de polietileno

Veja como deve ser feita a instalação de poços de visita monolíticos de polietileno

Resolver o problema de infiltração na rede de esgotamento sanitário é a principal promessa dos poços de visita (PV) feitos de polietileno rotomoldado, que têm ganhado maior visibilidade no Brasil recentemente. Totalmente estanques, os chamados PVs monolíticos em polietileno (PE) impedem que a água infiltre, ao contrário daqueles construídos de concreto e alvenaria que, com o tempo, racham e tornam a rede de esgoto subdimensionada e transbordam o esgoto (que precisa ser bombeado) para o sistema de drenagem existente ou para cursos d’água.

A peça é composta de quatro partes: no topo, a chaminé (ou prolongador) tem 0,60 cm de diâmetro nominal (DN) e 0,50 cm de altura; o cone conecta-se ao elevador, e a base (de 1 m DN) abriga até cinco canaletas de entrada e uma de saída (todas com DN entre 150 mm e 300 mm). Anéis de elastômero fazem a vedação das conexões, que permitem adaptadores de transição para tubos de outros materiais (tubos de PVC liso ou corrugado).

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Conheça os parâmetros de projeto, execução, operação e manutenção dos piscinões

Conheça os parâmetros de projeto, execução, operação e manutenção dos piscinões

Os reservatórios para controle de cheias, conhecidos como piscinões, são estruturas usadas para deter ou reter o volume de águas pluviais, amortecendo os picos de enchentes em áreas urbanas. “Essas estruturas se tornam fundamentais para reorganizar os escoamentos e mitigar os efeitos das inundações em sistemas de drenagem”, explica Marcelo Gomes Miguez, professor-associado da Escola Politécnica e Programa de Engenharia Civil/Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Na etapa de dimensionamento dos piscinões, é preciso analisar se eles serão implantados de modo corretivo, como reforço de capacidade de vazão de sistemas de drenagem, ou de modo preventivo. “Isso irá determinar o volume e a capacidade de vazão do reservatório”, explica Aluísio Canholi, diretor da Hidrostudio Engenharia e coordenador de diversos planos de drenagem no Estado de São Paulo. Ler mais