Reservatório de Jucazinho, no agreste de Pernambuco, passou por obras de renovação e reparos essenciais, depois de identificadas fissuras na estrutura de concreto

Reservatório de Jucazinho, no agreste de Pernambuco, passou por obras de renovação e reparos essenciais, depois de identificadas fissuras na estrutura de concreto

Construída em 1998, a Barragem de Jucazinho é o maior reservatório de Pernambuco, com 70 m de altura e 430 m de largura. Responde pelo fornecimento de água para cerca de 800.000 pessoas de 15 municípios da região. No início de 2016, a barragem entrou em colapso, em decorrência da pior seca dos últimos 60 anos no estado. Agora, preparada para o período de chuvas, atingiu em abril último 6,2 milhões m³ – capacidade total de reserva é de 327 milhões m³.

“O clima muito seco e as chuvas esporádicas causaram muitas infiltrações pelas fissuras e juntas da estrutura de concreto da barragem, que foi se deteriorando e apresentando descamação parcial de suas superfícies”, conta o engenheiro Cláudio Ourives, diretor executivo da Penetron Brasil, responsável pela tecnologia empregada na obra de recuperação. Assim que as chuvas retornassem, a estrutura desidratada poderia se romper e pôr em perigo a cidade vizinha de Surubim e até mesmo inundar Recife, a 124 km de distância. O que se configurava como ameaça para mais de 3 milhões de habitantes.

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Ministro inaugura novo trecho da transposição do Rio São Francisco, em Pernambuco

Ministro inaugura novo trecho da transposição do Rio São Francisco, em Pernambuco

Na última segunda-feira (11), o ministro da Integração Nacional do Brasil, Helder Barbalho, inaugurou o novo trecho do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, abrindo as comportas para a chegada da água no primeiro reservatório, o Tucutu, na cidade de Cabrobó, em Pernambuco. O local fica a sete quilômetros da primeira estação de bombeamento (EBI-1).

O Eixo Norte terá investimento total de R$ 132 milhões em 140 km e passará pelos municípios de Cabrobó, Salgueiro, Terra Nova e Verdejante, em Pernambuco e a cidade de Penaforte, no Ceará, beneficiando cerca de 7,1 milhões de habitantes em 223 municípios do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, sendo 4,5 milhões na região Metropolitana de Fortaleza.

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Veja como deve ser feita a instalação de poços de visita monolíticos de polietileno

Veja como deve ser feita a instalação de poços de visita monolíticos de polietileno

Resolver o problema de infiltração na rede de esgotamento sanitário é a principal promessa dos poços de visita (PV) feitos de polietileno rotomoldado, que têm ganhado maior visibilidade no Brasil recentemente. Totalmente estanques, os chamados PVs monolíticos em polietileno (PE) impedem que a água infiltre, ao contrário daqueles construídos de concreto e alvenaria que, com o tempo, racham e tornam a rede de esgoto subdimensionada e transbordam o esgoto (que precisa ser bombeado) para o sistema de drenagem existente ou para cursos d’água.

A peça é composta de quatro partes: no topo, a chaminé (ou prolongador) tem 0,60 cm de diâmetro nominal (DN) e 0,50 cm de altura; o cone conecta-se ao elevador, e a base (de 1 m DN) abriga até cinco canaletas de entrada e uma de saída (todas com DN entre 150 mm e 300 mm). Anéis de elastômero fazem a vedação das conexões, que permitem adaptadores de transição para tubos de outros materiais (tubos de PVC liso ou corrugado).

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Tubo tremie é usado para concretagem em locais subaquáticos e evita contato do concreto com a água

Tubo tremie é usado para concretagem em locais subaquáticos e evita contato do concreto com a água

O método tremie – também chamado de tremonha – é utilizado para concretagens em áreas subaquáticas. A técnica consiste na aplicação de concreto fresco através de uma tubagem metálica (o tremonha) em posição vertical, desde a superfície até a área de aplicação. O procedimento evita o arrastamento ou enfraquecimento do concreto que ocorreria caso houvesse contato com a água.

O concreto é aplicado por gravidade pelo tubo tremonha, lançado por um cone. O próprio concreto expele o polímero estabilizador da perfuração. O método é utilizado, por exemplo, para executar estacas em locais submersos e também nos quais a perfuração atinge o lençol freático. Veja como funciona. Ler mais