Conheça o verniz antipichação

Conheça o verniz antipichação

O QUE É 

O impermeabilizante antipichação utilizado na obra da Ponte Laguna foi o Fuseprotec Antipichação, da Viapol, que é o único verniz poliuretano no mercado brasileiro à base de água e monocomponente resistente às intempéries e aos raios UV. Isso confere à superfície aplicada proteção à pichação e também embelezamento das estruturas de concreto. “A maioria dos produtos no mercado é preparada à base de solvente e componente. O bicomponente tende a escurecer o concreto e também há a necessidade de aplicar um primer de base acrílica. Além disso, tem menor durabilidade do que um poliuretano”, afirma José Eduardo Granato, gerente técnico da Viapol.

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Ponte Laguna utiliza dois tipos de impermeabilizante

Ponte Laguna utiliza dois tipos de impermeabilizante

Entregue em maio de 2016, a Ponte Laguna, localizada no Bairro do Panamby (Zona Sul de São Paulo), foi a primeira a ser construída na cidade já com ciclovia instalada. Além disso, é uma das poucas obras de infraestrutura em que se fez aplicação de verniz impermeabilizante, objetivando a resistência a intempéries e, principalmente, com característica antipichação.

Conforme explica José Eduardo Granato, gerente técnico da Viapol, empresa responsável pelo fornecimento do produto, o material foi utilizado em toda a estrutura aparente da ponte. “Com exceção do pavimento em si, pois no Brasil ainda não há o costume de impermeabilizar o tabuleiro”, explica. No mais, todas as estruturas aparentes foram revestidas.

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Barreiras pré-moldadas de concreto fazem a separação de trecho de 49 km da Rodovia dos Tamoios, em São Paulo

Barreiras pré-moldadas de concreto fazem a separação de trecho de 49 km da Rodovia dos Tamoios, em São Paulo

Entre todas as estradas do país, a Rodovia dos Tamoios, no estado de São Paulo, foi a que mais investiu em barreiras pré-moldadas de segurança. Ao todo, foram 49 quilômetros de barreiras do tipo New Jersey, instaladas em 2014 durante a duplicação do Trecho Planalto, que vai do km 11,5 ao 60,5. As barreiras foram aplicadas tanto no centro da via quanto em alguns pontos na lateral das pistas.

Na época, ainda não havia sido feito o leilão de concessão, e a responsável pela operação e duplicação da rodovia foi a Dersa, controlada pelo governo do estado de São Paulo. O projeto optou, então, pela barreira pré-moldada NJ100, da Segurvia, empresa especializada na prestação de serviços e fabricação de barreiras de segurança pré-moldadas, de Florianópolis (SC), que trouxe a tecnologia europeia para o Brasil em 2010.

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Produção em série dos módulos de concreto pede rigor no içamento e posicionamento das peças. Conheça a barreira utilizada na Tamoios

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 O QUE É 
A barreira pré-moldada NJ100, amplamente utilizada na Rodovia dos Tamoios, não tem sido mais fabricada pela Segurvia. O produto que a substitui agora é o Segur ET100. Segundo explica Eduardo Di Gregorio, diretor da empresa, são modelos parecidos, mas o perfil de rolagem embaixo da estrutura é diferente devido a um aperfeiçoamento após crash testes realizados na Itália.

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Tratamento e recuperação das bases estruturais e substituição de cabeamento da Ponte Pênsil de São Vicente, em São Paulo, são viabilizados por meio de estrutura provisória

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Pela primeira vez, desde sua construção, em 1914, a Ponte Pênsil de São Vicente (SP) teve seus 16 cabos de sustentação trocados. A obra de restauração e recuperação estrutural demorou cerca de dois anos e meio e envolveu especialmente a construção de uma estrutura com o objetivo de auxiliar nessa substituição. Concluída em 2015, a manobra havia sido realizada anteriormente apenas quatro vezes em todo o mundo – e foi pioneira no Brasil.

A necessidade de recuperação da ponte surgiu primeiramente em 2011, quando a seção de engenharia de estruturas do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que atua na conservação da ponte desde 1936, constatou a redução do coeficiente de segurança dos cabos de aço originais, causada pela corrosão dos fios. “A gente recomendou a troca dos cabos e a recuperação da ponte, pois o tablado de madeira também já estava desgastado”, explica Ivanisio de Oliveira, pesquisador do IPT.

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Saiba como é feito o reaproveitamento do pó de borracha dos pneus para a produção do asfalto usado no Paraná

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O asfalto ecológico utilizado na pavimentação da BR-277 é do tipo Tyreflex AB8 WM, fornecido pela CBB Asfaltos, também do Paraná. De acordo com Luiz Henrique Teixeira, diretor técnico da empresa, o material é produzido por meio da adição química de pó de pneu (pó de borracha) ao cimento asfáltico de petróleo (CAP), também chamado de asfalto básico. Ler mais

Produzido parcialmente com refugo de pneus de caminhão, o asfalto-borracha é alternativa sustentável para pavimentação de rodovias no Sul do país

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Desde 2008, a Ecovia, concessionária do grupo EcoRodovias, utiliza o asfalto-borracha (ou ecológico) na recuperação de pavimentos da BR-277, que liga Curitiba ao litoral do Paraná. O material apresenta diversas vantagens, como maior durabilidade e elasticidade. Além disso, há o fator positivo de ser ecológico, uma vez que para sua fabricação são utilizados pneus descartados de caminhões.

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Planejado para ser uma das principais obras de infraestrutura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o Terminal Paralímpico Recreio, na zona oeste da cidade, foi construído em apenas cinco meses

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O curto prazo exigiu das empresas envolvidas planejamentos cuidadosos e bem detalhados, além de monitoramento de todas as etapas, para que eventuais distorções não influenciassem no prazo de entrega. O terminal foi inaugurado em 9 de julho do ano passado. Conforme explica o arquiteto responsável, Jozé Candido Sampaio de Lacerda Jr., do ZK Arquitetos Associados, o curto prazo para a realização foi de fato o principal desafio enfrentado na concepção deste projeto. “Costuma levar bastante tempo para definirmos o projeto, realizar, aprovar e depois detalhar tudo. Mas, neste caso, foi realmente pouco tempo”, avalia o arquiteto.

A construtora responsável pela obra, a Construcap, também teve de estabelecer um planejamento detalhado para garantir que o projeto fosse entregue a tempo de ser inaugurado cerca de um mês antes do início dos Jogos. “Identificadas as atividades principais que representavam o caminho crítico para o cumprimento do prazo, todas as etapas desde o projeto executivo foram exaustivamente monitoradas por equipes especialmente mobilizadas para realizar o acompanhamento diário do cronograma”, explica Silvano Macatrozzo, gerente de operações da empresa.

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ETE Pararangaba, em São José dos Campos (SP), tem capacidade de 405 litros por segundo e atende cerca de 25% da população da cidade

ETE Pararangaba, em São José dos Campos (SP), tem capacidade de 405 litros por segundo e atende cerca de 25% da população da cidade

O sistema possui capacidade de 405 litros por segundo e atende 170 mil habitantes da região leste da cidade (cerca de 25% da população). Ao todo, foram investidos R$ 107,8 milhões. A obra foi dividida em duas etapas: na primeira delas, a Sabesp contratou o consócio Sanevap (formado pelas empresas GS Inima Brasil, Construtora Elevação e Cesbe Engenharia), que foi responsável pela construção da ETE, de alguns trechos coletores e também de duas estações elevatórias. Na segunda etapa, a empresa contratada foi a Enpasa Engenharia, que fez mais sete estações elevatórias e o restante dos coletores. Ao todo, foram 37 km de coletores-tronco, 26 km de redes de esgotos, 1.726 ligações domiciliares e oito estações elevatórias, além da própria estação de tratamento.

Conforme lembra Sidney Silva, coordenador de empreendimentos da Sabesp e responsável pela construção da ETE Pararangaba, o maior desafio se deu logo no início, em junho de 2013, quando a empresa detectou que o solo não estava adequado para a construção. “Nós tínhamos uma área prevista para executar a obra. Quando fomos iniciar os serviços, detectamos que o solo estava muito instável, e uma reconfiguração do solo iria custar muito, pois a gente teria que fazer uma injeção de solo cimento”, explica o coordenador.

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Valetadeira permite instalar em apenas 18 dias, aproximadamente, 2.000 m de cabeamento de fibra ótica (DDG) para levar sinal de telefonia à região da Ilha do Governador (RJ)

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O prazo só foi cumprido graças à aquisição de uma valetadeira com roda de corte, capaz de abrir microvalas (ou valetas) de pequenas larguras. A obra foi realizada em julho de 2016, poucos dias antes do início dos Jogos Olímpicos.

Antes da implantação dos cabos e da abertura das valas, a RLP Engenharia teve que ser muito rigorosa na fase inicial do projeto, uma vez que o equipamento utilizado (o modelo RTX 550, da marca Vermeer) corta tudo o que passa na frente, inclusive outras redes subterrâneas. “A gente fez um levantamento cadastral dessas redes existentes, buscando os registros junto às concessionárias de energia, de esgoto e de telecomunicações”, explica Thiago Cardoso, diretor executivo da empresa.

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