Terceiro grande BRT do Rio, Transolímpica atravessa 11 bairros a facilita acesso a competição esportiva

Terceiro grande BRT do Rio, Transolímpica atravessa 11 bairros a facilita acesso a competição esportiva

Uma das principais obras de mobilidade já realizadas no Rio de Janeiro, o BRT Transolímpica abrirá novas alternativas de deslocamento em uma cidade que cresceu de forma desordenada e ao redor de morros que agem como barreiras naturais. O novo corredor tem 25 km de extensão, sendo 13 km de vias expressas, e avança por 11 bairros, conectando o Recreio dos Bandeirantes (zona Oeste) a Deodoro (zona Norte).

Além de reestruturar permanentemente as vias cariocas, o novo BRT (Transporte Rápido por Ônibus, na sigla em português) foi pensado para auxiliar a fluidez de visitantes e comitivas ligados aos Jogos Olímpicos. Assim, a via dá acesso à Vila dos Atletas, ao Parque Olímpico, ao Parque Radical e ao Centro de Hipismo e Tiro.

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Saiba mais sobre os materiais que podem ser usados na recuperação de pontes e viadutos

Saiba mais sobre os materiais que podem ser usados na recuperação de pontes e viadutos

A adequada inspeção das obras de arte para a identificação das patologias é o primeiro passo para a escolha dos materiais e das técnicas empregadas na recuperação das estruturas de concreto. Duas normas técnicas orientam o construtor nesse sentido: a NBR 16.230:2013 – Inspeção de Estruturas de Concreto – Qualificação e Certificação de Pessoal – Requisitos, com uma série de ensaios para avaliação, e a norma NBR 9.452:2016 – Inspeção de pontes, viadutos e passarelas de concreto, reunindo os tipos de inspeção (inicial, rotineira, especial e extraordinária).

A pesquisadora Adriana de Araújo, do Laboratório de Corrosão e Proteção do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), explica que, se são visualizadas manchas e fissuras de corrosão na obra de arte, é importante averiguar a extensão do problema, sendo recomendada a realização do ensaio de potencial de corrosão, bem como o exame visual de trechos recémexpostos da armadura. “No caso de edificações expostas a ambientes agressivos e/ou com problemas de corrosão das armaduras, é sempre recomendado que a inspeção contemple a realização de ensaios não destrutivos, incluindo ensaios eletroquímicos, além da usual inspeção visual dos elementos e outras partes constituintes das estruturas, como juntas, aparelho de apoio, revestimento das fachadas, sistema de drenagem de água pluvial etc.”, diz.

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Entenda como está sendo realizada a recuperação do viaduto Santo Amaro, que foi danificado após um incêndio em fevereiro

Entenda como está sendo realizada a recuperação do viaduto Santo Amaro, que foi danificado após um incêndio em fevereiro

O incêndio ocorrido após o choque entre dois caminhões na madrugada do dia 13 de fevereiro expôs parte da estrutura do viaduto Santo Amaro, na zona Sul de São Paulo, a temperaturas de até 600ºC, de acordo com um dos laudos contratados pela prefeitura para avaliar os danos causados na obra. O acidente envolveu um caminhão de combustível e outro que carregava açúcar na Avenida dos Bandeirantes, sob o viaduto, provocando um incêndio que se prolongou por várias horas. O prefeito Fernando Haddad (PT) chegou a anunciar que o viaduto teria que ser demolido, mas, após a realização de avaliações e ensaios pela Concremat Engenharia e pelo Falcão Bauer Centro Tecnológico de Controle de Qualidade, a prefeitura optou pela recuperação.

De acordo com o engenheiro Ariovaldo José Lopes, superintendente de obras viárias da prefeitura, o incêndio provocou perda substancial da resistência do concreto e do aço em vários pontos da construção. Inaugurada em 1969, a obra recebeu há quatro anos um reforço com fibra de carbono nos oito pilares e quatro encontros da estrutura, formada por dois tabuleiros (pistas) unidos por uma passarela de pedestres na parte central do viaduto. Foram construídas 28 paredes em cada encontro, totalizando 112 paredes, com espessura de 30 cm cada. “Em relação ao concreto e ao aço, houve pontos que sofreram mais influência do fogo, mas, basicamente, a fibra de carbono queimou em toda a extensão”, diz Lopes.

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Veja como funciona a telegestão de iluminação pública com LED

Veja como funciona a telegestão de iluminação pública com LED

O gerenciamento remoto da iluminação pública com base em luminárias de LED começa a ganhar corpo nas cidades brasileiras por meio principalmente de Parcerias Público Privadas (PPPs). A modernização das redes entrou de vez na agenda das prefeituras em janeiro de 2014, quando concessionárias repassaram aos municípios os ativos desse serviço, seguindo determinação da resolução normativa 414/2010 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A telegestão garante que o operador da rede saiba a exata localização de cada ponto de luz e receba quase instantaneamente informações de desempenho e de falhas, como, por exemplo, lâmpadas queimadas no sistema. Essa agilidade facilita a manutenção da rede, pois os problemas não dependem apenas de rondas. Além dos alertas em casos de anormalidades, podem ser programadas varreduras periódicas, que fornecem dados para análises mais amplas do funcionamento da rede. As informações individualizadas dos pontos de consumo também permitem maior controle sobre os gastos das prefeituras com energia. Hoje, para efeitos de cálculo de consumo, a conta de eletricidade considera que cada lâmpada fica ligada 11h52 por dia, exceto em casos excepcionais. Com a telegestão, o consumo acumulado do sistema é registrado com exatidão. Por outro lado, o operador pode controlar a intensidade de cada luminária de LED, reduzindo ainda mais o uso de eletricidade.

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Pontes Laguna e Itapaiúna remodelam sistema viário na zona Sul de São Paulo

Pontes Laguna e Itapaiúna remodelam sistema viário na zona Sul de São Paulo

As pontes Laguna e Itapaiúna são a concretização de uma grande leva de investimentos recentes na remodelação viária nos bairros Morumbi e Chácara Santo Antônio, na zona Sul da cidade de São Paulo. Essa região abriga o principal eixo de desenvolvimento imobiliário da capital paulista, onde estão sendo erguidas edificações corporativas, residenciais e complexos comerciais. Em torno das obras da iniciativa privada, há um conjunto de projetos para desafogar o trânsito pesado nas vias, um dos principais gargalos da região. Além das pontes, outro projeto importante de mobilidade é o prolongamento da Av. Dr. Chucri Zaidan, abrindo novos caminhos nesses bairros para motoristas e usuários do transporte coletivo.

Boa parte dos recursos para as pontes é custeada pelos títulos negociados dentro da Operação Urbana Água Espraiada, aprovada em 2001, cujo orçamento é de R$ 3,4 bilhões. Outra parte dos recursos é uma demanda direta da prefeitura como contrapartida pelos megaempreendimentos que intensificarão o movimento de veículos nos seus arredores.

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Conheça mais detalhes das Tunnel Boring Machines, usadas na escavação de túneis metroviários

Conheça mais detalhes das Tunnel Boring Machines, usadas na escavação de túneis metroviários

Pela maior produtividade na escavação de túneis, as Tunnel Boring Machines (TBM) – ou tatuzões – se tornaram importantes elementos das obras metroviárias do País. O equipamento perfura, em média, de 10 m a 14 m por dia.

O uso das tuneladoras depende inicialmente da extensão do túnel, segundo Matheus Herrmann, coordenador de TBM do Consórcio Expresso Linha 6 de São Paulo. “Para túneis padrão, o custo e o prazo de implantação de uma TBM compensam se o túnel tiver comprimento igual ou superior a 4 km.” Além disso, túneis complexos, mesmo de comprimento inferior, exigem o uso da máquina: “É o que ocorre em travessias em zonas pantanosas ou sob grandes densidades demográficas”.

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Conheça como funciona o revestimento superficial de taludes

Conheça como funciona o revestimento superficial de taludes

Os lentos movimentos da vegetação, dilatações térmicas, erosões eólicas, umidade e ações sísmicas são algumas das causas de degradação de maciços, cujas consequências incluem deslizamentos e rupturas que colocam em risco obras de infraestrutura e vidas em áreas lindeiras. O sistema de revestimento superficial, baseado no uso de malhas metálicas, cabos de aço e ancoragens, é uma das soluções que podem ser adotadas para garantir a consolidação da face superficial de taludes e a contenção de desprendimentos de rochas de 1 m³ a 1,5 m³. Ler mais

Novo complexo viário do Joá, no Rio de Janeiro, desafiou engenharia para superar trecho de encosta

Novo complexo viário do Joá, no Rio de Janeiro, desafiou engenharia para superar trecho de encosta

O Novo Joá, projeto de reestruturação da via que liga São Conrado (zona Sul) à Barra da Tijuca (zona Oeste), no Rio de Janeiro, está prestes a ser finalizado. As obras começaram no segundo semestre de 2014 e estão 95% concluídas, com previsão de entrega até o próximo mês. O novo traçado faz parte do pacote de obras viárias para a Olimpíada e tem o objetivo de aumentar em 35% a capacidade de tráfego na região. O complexo engloba um novo elevado e dois novos túneis paralelos aos já existentes, além de um viaduto, uma ponte, uma ciclovia e o alargamento das vias Ministro Ivan Lins e Autoestrada Lagoa-Barra.

Orçada em R$ 457,9 milhões, a obra foi idealizada pela Fundação Geo-Rio e realizada pela construtora Odebrecht. Confira a seguir os sistemas construtivos empregados e os principais desafios da engenharia: Ler mais

Saiba mais sobre o uso de geogrelha e geotêxteis no reforço de solos de maciços

Saiba mais sobre o uso de geogrelha e geotêxteis no reforço de solos de maciços

Os geossintéticos são produtos industrializados com características e composições diversas. Eles se caracterizam pela presença de polímeros em sua fabricação e podem ser encontrados no mercado como tiras, mantas ou estruturas tridimensionais. Por outro lado, têm muitas funcionalidades, entre as quais se destacam a separação de solos, obras de drenagem, contenção de fluidos e gases, controle de erosões e reforço de pavimentos, além de reforços de solos de maciços e estabilizações de taludes de aterros e de cortes em terrenos naturais. Ler mais

Conheça os principais elementos dos sistemas de semáforos inteligentes

Conheça os principais elementos dos sistemas de semáforos inteligentes

Os sistemas de controle de tráfego em tempo real garantem ganhos de eficiência no trânsito por meio de análises algorítmicas da atuação dos sinalizadores em relação ao movimento das vias – em outro termos, eles buscam matematicamente otimizar os ciclos semafóricos, reduzir os tempos de espera nos cruzamentos e proporcionar a maior sincronização possível dos sinais verdes. O alto grau de conectividade na coleta dos dados nas vias, no tratamento e na transmissão das informações faz com que as repostas nas ruas sejam praticamente imediatas. Ler mais