Pontes estaiadas vencem grandes vãos com beleza arquitetônica

Pontes estaiadas vencem grandes vãos com beleza arquitetônica

Para vencer grandes vãos com uma beleza arquitetônica de destaque, a ponte estaiada é uma opção muitas vezes preferida em relação às estruturas pênseis e fixas. A grande vantagem do modelo estaiado é transpor distâncias maiores, de acordo com Ary Goulart Curty Junior, diretor técnico-comercial da Alga Brasil, empresa que atua com estaiamento. “Ele permite vencer vãos que chegam a 1.000 m, enquanto a protensão comum atinge no máximo 220 m”, compara.

Pela expertise de Catão Francisco Ribeiro, diretor da empresa de projetos Enescil, a ponte estaiada é uma solução eficaz para vãos que medem entre 150 m e 1.200 m. “Nesse intervalo, é inclusive mais barata do que o sistema mais tradicional”, afirma.

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Conheça os detalhes das obras do Complexo Ponte Baixa, em São Paulo

Conheça os detalhes das obras do Complexo Ponte Baixa, em São Paulo

O Complexo Ponte Baixa fica na zona Sul da cidade de São Paulo, próximo da Estrada do M’ Boi Mirim, em uma área de trânsito caótico por ser o principal eixo viário de acesso à região de Santo Amaro pelos moradores dos bairros Jardim São Luís, Jardim Ângela e Capão Redondo e dos municípios de Embu-Guaçu e Itapecerica da Serra.

Para desafogar o trânsito e estruturar o transporte coletivo nesse ponto de estrangulamento, está sendo construído desde 2013 um sistema viário composto de corredor de ônibus, três viadutos, avenida e ciclovia. O novo trecho ganhou, ainda, calçada verde, sinalização, iluminação e paradas de coletivo.

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Saiba como funciona a tecnologia das fôrmas trepantes

Saiba como funciona a tecnologia das fôrmas trepantes

O sistema de fôrmas trepantes foi concebido para viabilizar a execução de estruturas de concreto verticais de grande altura, sobretudo em locais onde a concretagem em apenas uma etapa é inviável e a instalação de andaimes, onerosa demais. Em razão dessas particularidades, é indicado em obras de barragens, mastros de pontes e viadutos, caixas de escada ou elevadores, pilares e paredes maciças de concreto muito elevadas, além de estruturas com faces inclinadas (positivas e negativas).

Com as fôrmas trepantes, a execução da estrutura é feita por meio de ciclos verticais repetitivos, proporcionando rápida movimentação das fôrmas entre as etapas de concretagem.

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O que avaliar na hora de escolher entre comprar ou locar fôrmas e escoramentos

O que avaliar na hora de escolher entre comprar ou locar fôrmas e escoramentos

Diante da desaceleração contínua no setor da construção, a menor quantidade de projetos acabou estimulando uma forte concorrência no segmento de fôrmas e escoramentos. A diversidade desses sistemas construtivos ainda é grande e inovações não faltam, mas ainda cabe às construtoras decidirem pela modalidade de contratação e os sistemas mais adequados nesse cenário.

Fatores como velocidade de execução, tipologia estrutural, número de reutilizações, sistemas de fôrmas e escoramentos e verba disponível são determinantes e devem ser considerados na hora de tomar essa decisão.

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Canalização dos córregos Água Preta e Sumaré devem diminuir transtornos causados pelas chuvas na Zona Oeste de São Paulo

Canalização dos córregos Água Preta e Sumaré devem diminuir transtornos causados pelas chuvas na Zona Oeste de São Paulo

Reconhecida pela existência de muitas ruas com declive acentuado, favorecendo o acúmulo da água das chuvas nos pontos mais baixos do bairro, a região entre Perdizes e Pompeia, na zona Oeste da capital paulista, ganhará um reforço para sanar o problema com a construção de novas galerias de canalização dos córregos Água Preta e Sumaré. A ideia geral do projeto é prover dois grandes pontos de captação nas áreas de maior concentração – para o Água Preta, a confluência da Av. Pompeia com a Av. Francisco Matarazzo e a R. Palestra Itália e, para o Sumaré, a Praça Marrey Júnior -, levando a água para desembocar na Marginal do Rio Tietê.

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Telha zipada é alternativa para cobrir áreas extensas e planas

Telha zipada é alternativa para cobrir áreas extensas e planas

deais para coberturas de grande extensão e com pequena inclinação, as telhas zipadas podem ser montadas sobre qualquer tipo de estrutura – nova ou existente -, mesmo de concreto. Também são uma boa solução para a recuperação de coberturas existentes e o saneamento de lajes. As telhas zipadas são projetadas para uso em coberturas com extensões de captação de água a partir de 40 m, havendo telhas zipadas de 60 m ou até 120 m de comprimento em uma única peça. De acordo com a Associação Brasileira da Construção Metálica (Abcem), são indicadas para coberturas planas com inclinações de até 2%.

Como são fabricadas no canteiro, dispensam o transporte, mas requerem uma área razoável para serem produzidas, além de equipe com mais pessoas para o manuseio das peças de grande comprimento.

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Saiba como é feita a aplicação de argamassa projetada para evitar superaquecimento de coberturas de aço durante incêndio

Saiba como é feita a aplicação de argamassa projetada para evitar superaquecimento de coberturas de aço durante incêndio

As coberturas de aço em geral requerem algum tipo de proteção que diminua as chances de haver um colapso estrutural durante um incêndio. Isso porque, quando submetido a altas temperaturas, o aço perde parte de sua capacidade de resistência mecânica, o que leva a deformações na estrutura e coloca em risco sua segurança. A proteção, chamada passiva, tem como objetivo aumentar o tempo de resistência da cobertura ao fogo.

Entre os materiais utilizados com essa finalidade, está a argamassa projetada, um pré-misturado seco de aglomerantes, agregados leves e aditivos poliméricos que, ao ser misturado com água, é projetado diretamente na estrutura. “O produto possui baixo peso específico, de aproximadamente 340 kg/m³, e é completamente atóxico, livre de asbestos ou amianto”, explica o engenheiro civil Humberto Bellei, membro da comissão executiva do Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA).

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Aeroporto internacional do Rio de Janeiro conclui obras para atender público da Olimpíada

Aeroporto internacional do Rio de Janeiro conclui obras para atender público da Olimpíada

Após quase dois anos em obras, o Riogaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim inaugurou em maio uma nova área de 100 mil m². O Píer Sul, construído como uma expansão do Terminal 2, integra uma série de reformas necessárias para receber cerca de 1,5 milhão de passageiros esperados para assistir aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

A modernização é fruto de uma concessão obtida em agosto de 2014 pela concessionária Riogaleão, formada pela Odebrecht TransPort, Changi Airports International e Infraero. Com o apoio da estatal, as empresas serão responsáveis pela administração e operação do aeroporto até 2039, graças a uma oferta de R$ 19 bilhões, 294% acima do lance mínimo estabelecido pelo Governo Federal. O grupo já investiu R$ 2 bilhões e estão programados mais R$ 3,2 bilhões até o fim do contrato.

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Veja como deve ser feita a instalação de poços de visita monolíticos de polietileno

Veja como deve ser feita a instalação de poços de visita monolíticos de polietileno

Resolver o problema de infiltração na rede de esgotamento sanitário é a principal promessa dos poços de visita (PV) feitos de polietileno rotomoldado, que têm ganhado maior visibilidade no Brasil recentemente. Totalmente estanques, os chamados PVs monolíticos em polietileno (PE) impedem que a água infiltre, ao contrário daqueles construídos de concreto e alvenaria que, com o tempo, racham e tornam a rede de esgoto subdimensionada e transbordam o esgoto (que precisa ser bombeado) para o sistema de drenagem existente ou para cursos d’água.

A peça é composta de quatro partes: no topo, a chaminé (ou prolongador) tem 0,60 cm de diâmetro nominal (DN) e 0,50 cm de altura; o cone conecta-se ao elevador, e a base (de 1 m DN) abriga até cinco canaletas de entrada e uma de saída (todas com DN entre 150 mm e 300 mm). Anéis de elastômero fazem a vedação das conexões, que permitem adaptadores de transição para tubos de outros materiais (tubos de PVC liso ou corrugado).

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Uso de tubos de PEAD avança no subsolo das cidades brasileiras

Uso de tubos de PEAD avança no subsolo das cidades brasileiras

Quase sempre atrelado a um programa de redução de perdas nos sistemas de esgotamento sanitário e drenagem pluvial das cidades, a utilização de tubos de Polietileno de Alta Densidade (PEAD) em substituição ao concreto começa a ser mais frequente no Brasil. “Estes tubos já existem no País há mais de 30 anos, mas seu uso se expandiu neste século, após a decisão da Companhia de Saneamento de São Paulo (Sabesp) de adotá-lo”, afirma Hélio Rosas, diretor da Sanit Engenharia, especializada em obras de saneamento.

Os tubos em PEAD têm parede dupla. Por dentro, ela é sempre muito lisa, o que lhe confere um teor de condutividade hidráulica superior. “As características hidráulicas são excelentes. A superfície interna garante um coeficiente de atrito extremamente baixo”, diz Rosas. Por fora, podem ser lisos ou corrugados, sendo que o exterior corrugado intensifica sua resistência mecânica e a força estrutural do tubo. Segundo o diretor da Sanit, o tubo liso é usado em redes pressurizadas quando há, por exemplo, uma estação elevatória e o corrugado, que é mais barato, é aplicado nos pontos despressurizados.

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