Prefeitura de São Paulo anuncia o enterramento de 52 km de fios na cidade

Prefeitura de São Paulo anuncia o enterramento de 52 km de fios na cidade

A Prefeitura de São Paulo anunciou na última semana que vai realizar o enterramento de 52 km de cabos de transmissão na cidade de São Paulo. O serviço será executado em parceria com a Eletropaulo e empresas de telecomunicação.

De acordo com o governo municipal, 117 ruas serão beneficiadas com a ação Cidade Linda Redes Aéreas. Os locais foram escolhidos devido a já existência de redes subterrâneas da Eletropaulo, passando em sete bairros das cidades: Consolação, Bela Vista, República, Santa Cecília, Jardim Paulista, Bom Retiro e Brás.

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Nove empresas se interessam por concessão do Complexo Desportivo do Ibirapuera, em São Paulo

Nove empresas se interessam por concessão do Complexo Desportivo do Ibirapuera, em São Paulo

O Governo de São Paulo publicou na última sexta-feira (18) no Diário Oficial do Estado a autorização para a realização do estudo de concessão do Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães (Ibirapuera) por parte das nove empresas que manifestaram interesse na licitação. As propostas de gestão técnica, econômica e de obras deverão ser entregues nos próximos 60 dias.

Se interessaram no chamamento público: GL Events Centro de Convenções S.A.; Unyco Marketing Esportivo Ltda.; T4F Entretenimento S.A.; Arena Assessoria de Projetos Ltda.; Capital Live Gerenciadora de Eventos Ltda.; ESM Participações e Consultoria Ltda.; Consórcio Pyau Ibirapuera; DC SET Shows e Entretenimento Ltda.; e AEG Administração de Estádios do Sudeste Ltda.

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Terminais de ônibus integrados ao Metrô de São Paulo serão concedidos à iniciativa privada

Terminais de ônibus integrados ao Metrô de São Paulo serão concedidos à iniciativa privada

O Governo de São Paulo decidiu conceder à iniciativa privada 15 terminais de ônibus com integração às linhas 1-Azul e 3-Vermelha da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô-SP), que somam cerca de 115 mil m² e tem fluxo diário de 900 mil passageiros entre 259 linhas. O edital de licitação, publicado nesta sexta-feira (18), prevê um contrato com prazo de 40 anos.

A expectativa é que as concessões gerem uma receita anual de R$ 27,9 milhões ao Metrô-SP, além da redução de custeio de mais de R$ 24 milhões relacionados a serviços administração, de manutenção, operação e vigilância e aumento de receitas não tarifárias que representam 10% dos lucros atuais.

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Complexo viário de 11.800m evita entrelaçamentos no interior de São Paulo

Complexo viário de 11.800m evita entrelaçamentos no interior de São Paulo

O complexo viário de Ribeirão Preto (SP), inaugurado em dezembro de 2014, impressiona pelos números: são oito viadutos e 20 rampas de acesso, estabelecendo uma gigantesca “teia” de vias curvilíneas, com aproximadamente 450 metros de diâmetro. Ao todo, se colocados em linha reta, são 11.800 m de extensão, que formam o maior trevo rodoviário do Brasil, capaz de suportar o tráfego contínuo atual de 92 mil veículos por dia, e que deve chegar a 160 mil veículos diários em 2045.

O “Trevão de Ribeirão Preto”, como foi apelidado o complexo viário, foi resultado de uma solicitação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) para substituir a antiga rotatória Waldo Adalberto da Silveira, construída em 1972, e que já não suportava o fluxo que chegava a picos de 8 mil veículos por hora. A Arteris, concessionária que operava na região, ficou encarregada de elaborar o projeto de total remodelação do trevo.

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Ponte Laguna utiliza dois tipos de impermeabilizante

Ponte Laguna utiliza dois tipos de impermeabilizante

Entregue em maio de 2016, a Ponte Laguna, localizada no Bairro do Panamby (Zona Sul de São Paulo), foi a primeira a ser construída na cidade já com ciclovia instalada. Além disso, é uma das poucas obras de infraestrutura em que se fez aplicação de verniz impermeabilizante, objetivando a resistência a intempéries e, principalmente, com característica antipichação.

Conforme explica José Eduardo Granato, gerente técnico da Viapol, empresa responsável pelo fornecimento do produto, o material foi utilizado em toda a estrutura aparente da ponte. “Com exceção do pavimento em si, pois no Brasil ainda não há o costume de impermeabilizar o tabuleiro”, explica. No mais, todas as estruturas aparentes foram revestidas.

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Barreiras pré-moldadas de concreto fazem a separação de trecho de 49 km da Rodovia dos Tamoios, em São Paulo

Barreiras pré-moldadas de concreto fazem a separação de trecho de 49 km da Rodovia dos Tamoios, em São Paulo

Entre todas as estradas do país, a Rodovia dos Tamoios, no estado de São Paulo, foi a que mais investiu em barreiras pré-moldadas de segurança. Ao todo, foram 49 quilômetros de barreiras do tipo New Jersey, instaladas em 2014 durante a duplicação do Trecho Planalto, que vai do km 11,5 ao 60,5. As barreiras foram aplicadas tanto no centro da via quanto em alguns pontos na lateral das pistas.

Na época, ainda não havia sido feito o leilão de concessão, e a responsável pela operação e duplicação da rodovia foi a Dersa, controlada pelo governo do estado de São Paulo. O projeto optou, então, pela barreira pré-moldada NJ100, da Segurvia, empresa especializada na prestação de serviços e fabricação de barreiras de segurança pré-moldadas, de Florianópolis (SC), que trouxe a tecnologia europeia para o Brasil em 2010.

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Produção em série dos módulos de concreto pede rigor no içamento e posicionamento das peças. Conheça a barreira utilizada na Tamoios

Produção em série dos módulos de concreto pede rigor no içamento e posicionamento das peças. Conheça a barreira utilizada na Tamoios

 O QUE É 
A barreira pré-moldada NJ100, amplamente utilizada na Rodovia dos Tamoios, não tem sido mais fabricada pela Segurvia. O produto que a substitui agora é o Segur ET100. Segundo explica Eduardo Di Gregorio, diretor da empresa, são modelos parecidos, mas o perfil de rolagem embaixo da estrutura é diferente devido a um aperfeiçoamento após crash testes realizados na Itália.

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Tratamento e recuperação das bases estruturais e substituição de cabeamento da Ponte Pênsil de São Vicente, em São Paulo, são viabilizados por meio de estrutura provisória

Tratamento e recuperação das bases estruturais e substituição de cabeamento da Ponte Pênsil de São Vicente, em São Paulo, são viabilizados por meio de estrutura provisória

Pela primeira vez, desde sua construção, em 1914, a Ponte Pênsil de São Vicente (SP) teve seus 16 cabos de sustentação trocados. A obra de restauração e recuperação estrutural demorou cerca de dois anos e meio e envolveu especialmente a construção de uma estrutura com o objetivo de auxiliar nessa substituição. Concluída em 2015, a manobra havia sido realizada anteriormente apenas quatro vezes em todo o mundo – e foi pioneira no Brasil.

A necessidade de recuperação da ponte surgiu primeiramente em 2011, quando a seção de engenharia de estruturas do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que atua na conservação da ponte desde 1936, constatou a redução do coeficiente de segurança dos cabos de aço originais, causada pela corrosão dos fios. “A gente recomendou a troca dos cabos e a recuperação da ponte, pois o tablado de madeira também já estava desgastado”, explica Ivanisio de Oliveira, pesquisador do IPT.

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