Senado aprova acordo para a construção de uma nova ponte entre o Brasil e o Paraguai

Senado aprova acordo para a construção de uma nova ponte entre o Brasil e o Paraguai

Em março, a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado Federal aprovou um acordo feito pelos governos do Brasil e do Paraguai para a construção de uma ponte entre os municípios de Porto Murtinho, no Mato Grosso do Sul, e Carmelo Peralta, no Paraguai. A estrutura passará sobre o Rio Paraguai e deverá ser custeada em partes iguais pelos governos das duas nações.

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Obras de ponte de 1,4 km de extensão em Porto Nacional, no Tocantins, são autorizadas

Obras de ponte de 1,4 km de extensão em Porto Nacional, no Tocantins, são autorizadas

O governador de Tocantins, Marcelo Miranda, assinou no dia 23 de outubro a ordem de serviço autorizando o início da construção da ponte de 1.488 metros de extensão sobre o Rio Tocantins, na Rodovia TO-070, no trecho entre o município de Porto Nacional à Rodovia BR-153. A obra foi orçada inicialmente em R$ 101.328.272,57 e será executada pela Rivoli do Brasil S.P.A., vencedora de licitação em 2014.

A ponte que tem previsão de entrega em até 900 dias, irá substituir a estrutura atual de 1970 que possui 900 metros e está com diversas irregularidades em sua estrutura devido ao trânsito de veículos pesados. A nova estrutura terá 1.088 metros de armação de concreto e 400 metros de aterro.

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Governo Federal autoriza início obras da ponte sobre o Rio Araguaia

Governo Federal autoriza início obras da ponte sobre o Rio Araguaia

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação, Maurício Quintella, autorizou na última quinta-feira (14) o início da construção da ponte sobre o Rio Araguaia que interligará os estados de Tocantins e o Pará pela BR-153. O evento de assinatura da ordem de serviço, em Xambioá, contou também com a presença do presidente da República, Michel Temer.

A ponte evitará o uso da balsa, otimizando o tráfego de veículos no local. Ao todo, são 1,7 quilômetros de extensão e um investimento de R$ 132 milhões do Orçamento da União, desconsiderando os valores de supervisão da obra, desapropriação e licenciamento ambiental.

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Governo da Bahia busca empresas interessadas na construção da ponte Salvador-Itaparica

Governo da Bahia busca empresas interessadas na construção da ponte Salvador-Itaparica

A Secretaria de Planejamento (Seplan) do Governo da Bahia publicou na última terça-feira (1º) o edital de chamamento público para as empresas interessadas em avaliar os estudos de estruturação do projeto de construção e de exploração da concessão do Sistema Viário Oeste/Ponte Salvador-Ilha de Itaparica (SVO) e apresentar manifestação prévia de interesse na licitação. O edital é direcionado a empresas dos setores de infraestrutura, mercado financeiro e de capitais, nacionais ou estrangeiras.

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Recém-inaugurada, nova ponte sobre a Marginal Pinheiros, em São Paulo, usa sistema de balanço sucessivo para garantir prazo e vencer o vão de 113 metros

Recém-inaugurada, nova ponte sobre a Marginal Pinheiros, em São Paulo, usa sistema de balanço sucessivo para garantir prazo e vencer o vão de 113 metros

Um sistema de balanço sucessivo com quatro carros que trabalham simultaneamente foi a solução encontrada pela Odebrecht Infraestrutura para garantir a produtividade da construção da Ponte Itapaiúna, na Marginal Pinheiros, em São Paulo. A flexibilidade do sistema assegurou redução de 30% do tempo de construção, uma vez que permitiu adaptar a forma de acordo com a geometria curvilínea da ponte. A obra começou em julho de 2014 e foi concluída em setembro de 2016.

Além da questão da flexibilidade, a escolha do sistema se deu devido ao grande vão que entre as duas extremidades do Rio Pinheiros tem aproximadamente 113 m de comprimento. Por isso, se não fosse essa tecnologia, seria necessário construir dois pilares centrais para suportar a ponte, o que exigiria mobilização de equipamentos embarcados em balsas, como martelos, guindastes e outros recursos operacionais. A empresa também precisaria obter uma licença ambiental que justificasse a intervenção no leito do rio.

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Saiba como é feita a recuperação das vigas de pontes e viadutos

Saiba como é feita a recuperação das vigas de pontes e viadutos

A maioria das pontes e viadutos foi construída durante as décadas de 1960 e 1970 e, atualmente, boa parte delas necessita de obras de reparo e recuperação uma vez que o volume de veículos que transita pelas obras de arte cresceu muito, ocasionando um dos problemas mais comuns nesse tipo de construção: a fissuração. Em geral, esses danos ocorrem na superestrutura por estar mais exposta aos danos, principalmente aqueles ocasionados pelas intempéries. Aqui cabe destacar a diferença entre recuperação e reforço. Quando uma ponte ou viaduto é recuperado, a sua capacidade original é restituída. No reforço, que pode ser feito após a recuperação, utiliza-se técnicas no concreto armado, como fibras de carbono ou metálicas, que atribuem capacidade adicional ao original nas obras de arte. Antes de verificar se a ponte ou viaduto precisa de um reforço ou recuperação deve-se acompanhar a NBR 9.452, que foi revisada em 2016 e define o padrão de inspeção a ser seguido pela equipe. “Se tratando de uma viga longarina ou viga principal de pontes ou viadutos, terá que fazer uma inspeção desse elemento estrutural verificando todas as anomalias”, afirma o engenheiro civil Rafael Timerman, da Engenti Engenharia e Consultoria. Ao detectar uma fissuração, que normalmente é causada pelos choques de veículos, deve-se fazer um estudo para saber os procedimentos a serem tomados, que dependem de muitos fatores. Normalmente, são feitos testes para identificar se a fissura é ativa ou passiva por meio de selos de vidro que permitem o monitoramento do comportamento da obra e a aplicação da melhor forma de tratamento e recuperação.

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Pontes estaiadas vencem grandes vãos com beleza arquitetônica

Pontes estaiadas vencem grandes vãos com beleza arquitetônica

Para vencer grandes vãos com uma beleza arquitetônica de destaque, a ponte estaiada é uma opção muitas vezes preferida em relação às estruturas pênseis e fixas. A grande vantagem do modelo estaiado é transpor distâncias maiores, de acordo com Ary Goulart Curty Junior, diretor técnico-comercial da Alga Brasil, empresa que atua com estaiamento. “Ele permite vencer vãos que chegam a 1.000 m, enquanto a protensão comum atinge no máximo 220 m”, compara.

Pela expertise de Catão Francisco Ribeiro, diretor da empresa de projetos Enescil, a ponte estaiada é uma solução eficaz para vãos que medem entre 150 m e 1.200 m. “Nesse intervalo, é inclusive mais barata do que o sistema mais tradicional”, afirma.

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Saiba mais sobre os materiais que podem ser usados na recuperação de pontes e viadutos

Saiba mais sobre os materiais que podem ser usados na recuperação de pontes e viadutos

A adequada inspeção das obras de arte para a identificação das patologias é o primeiro passo para a escolha dos materiais e das técnicas empregadas na recuperação das estruturas de concreto. Duas normas técnicas orientam o construtor nesse sentido: a NBR 16.230:2013 – Inspeção de Estruturas de Concreto – Qualificação e Certificação de Pessoal – Requisitos, com uma série de ensaios para avaliação, e a norma NBR 9.452:2016 – Inspeção de pontes, viadutos e passarelas de concreto, reunindo os tipos de inspeção (inicial, rotineira, especial e extraordinária).

A pesquisadora Adriana de Araújo, do Laboratório de Corrosão e Proteção do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), explica que, se são visualizadas manchas e fissuras de corrosão na obra de arte, é importante averiguar a extensão do problema, sendo recomendada a realização do ensaio de potencial de corrosão, bem como o exame visual de trechos recémexpostos da armadura. “No caso de edificações expostas a ambientes agressivos e/ou com problemas de corrosão das armaduras, é sempre recomendado que a inspeção contemple a realização de ensaios não destrutivos, incluindo ensaios eletroquímicos, além da usual inspeção visual dos elementos e outras partes constituintes das estruturas, como juntas, aparelho de apoio, revestimento das fachadas, sistema de drenagem de água pluvial etc.”, diz.

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Entenda como está sendo realizada a recuperação do viaduto Santo Amaro, que foi danificado após um incêndio em fevereiro

Entenda como está sendo realizada a recuperação do viaduto Santo Amaro, que foi danificado após um incêndio em fevereiro

O incêndio ocorrido após o choque entre dois caminhões na madrugada do dia 13 de fevereiro expôs parte da estrutura do viaduto Santo Amaro, na zona Sul de São Paulo, a temperaturas de até 600ºC, de acordo com um dos laudos contratados pela prefeitura para avaliar os danos causados na obra. O acidente envolveu um caminhão de combustível e outro que carregava açúcar na Avenida dos Bandeirantes, sob o viaduto, provocando um incêndio que se prolongou por várias horas. O prefeito Fernando Haddad (PT) chegou a anunciar que o viaduto teria que ser demolido, mas, após a realização de avaliações e ensaios pela Concremat Engenharia e pelo Falcão Bauer Centro Tecnológico de Controle de Qualidade, a prefeitura optou pela recuperação.

De acordo com o engenheiro Ariovaldo José Lopes, superintendente de obras viárias da prefeitura, o incêndio provocou perda substancial da resistência do concreto e do aço em vários pontos da construção. Inaugurada em 1969, a obra recebeu há quatro anos um reforço com fibra de carbono nos oito pilares e quatro encontros da estrutura, formada por dois tabuleiros (pistas) unidos por uma passarela de pedestres na parte central do viaduto. Foram construídas 28 paredes em cada encontro, totalizando 112 paredes, com espessura de 30 cm cada. “Em relação ao concreto e ao aço, houve pontos que sofreram mais influência do fogo, mas, basicamente, a fibra de carbono queimou em toda a extensão”, diz Lopes.

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Pontes Laguna e Itapaiúna remodelam sistema viário na zona Sul de São Paulo

Pontes Laguna e Itapaiúna remodelam sistema viário na zona Sul de São Paulo

As pontes Laguna e Itapaiúna são a concretização de uma grande leva de investimentos recentes na remodelação viária nos bairros Morumbi e Chácara Santo Antônio, na zona Sul da cidade de São Paulo. Essa região abriga o principal eixo de desenvolvimento imobiliário da capital paulista, onde estão sendo erguidas edificações corporativas, residenciais e complexos comerciais. Em torno das obras da iniciativa privada, há um conjunto de projetos para desafogar o trânsito pesado nas vias, um dos principais gargalos da região. Além das pontes, outro projeto importante de mobilidade é o prolongamento da Av. Dr. Chucri Zaidan, abrindo novos caminhos nesses bairros para motoristas e usuários do transporte coletivo.

Boa parte dos recursos para as pontes é custeada pelos títulos negociados dentro da Operação Urbana Água Espraiada, aprovada em 2001, cujo orçamento é de R$ 3,4 bilhões. Outra parte dos recursos é uma demanda direta da prefeitura como contrapartida pelos megaempreendimentos que intensificarão o movimento de veículos nos seus arredores.

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