Duplicação da rodovia SP 360, que integra a Rota das Bandeiras, exigiu obras de contenção e drenagem em que foram especificados canais de gabiões e muros de terra armada

Duplicação da rodovia SP 360, que integra a Rota das Bandeiras, exigiu obras de contenção e drenagem em que foram especificados canais de gabiões e muros de terra armada

As histórias dos bandeirantes e suas expedições para explorar o território interiorano do estado de São Paulo inspiraram o surgimento da Concessionária Rota das Bandeiras, responsável pela gestão de uma malha viária de 297 quilômetros que compõe o Corredor Dom Pedro. Localizado num ponto estratégico para o escoamento da produção agrícola nacional, esse corredor comunica o Vale do Paraíba com a Região Metropolitana de Campinas e o Circuito das Frutas, próximo da cidade de São Paulo. Engloba 17 municípios de uma das áreas mais ricas do país, com 2,5 milhões de habitantes, e abrange cinco rodovias paulistas, entre elas, a SP 360, que vai de Jundiaí a Águas de Lindoia.

No trecho entre os quilômetros 67 e 81 da SP 360 (Jundiaí-Itatiba), a concessionária Odebrecht TransPort, por meio da Construtora Norberto Odebrecht, promoveu obras de duplicação da rodovia – o trabalho na faixa que atravessa uma área bastante urbanizada, com vários estabelecimentos comerciais e residenciais lindeiros, teria exigido uma série de desapropriações imobiliárias e provocado muitos transtornos aos usuários não fosse a utilização de métodos de contenção geotécnica e a projeção de canais para o escoamento adequado das águas pluviais.

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Aeroporto internacional do Rio de Janeiro conclui obras para atender público da Olimpíada

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Após quase dois anos em obras, o Riogaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim inaugurou em maio uma nova área de 100 mil m². O Píer Sul, construído como uma expansão do Terminal 2, integra uma série de reformas necessárias para receber cerca de 1,5 milhão de passageiros esperados para assistir aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

A modernização é fruto de uma concessão obtida em agosto de 2014 pela concessionária Riogaleão, formada pela Odebrecht TransPort, Changi Airports International e Infraero. Com o apoio da estatal, as empresas serão responsáveis pela administração e operação do aeroporto até 2039, graças a uma oferta de R$ 19 bilhões, 294% acima do lance mínimo estabelecido pelo Governo Federal. O grupo já investiu R$ 2 bilhões e estão programados mais R$ 3,2 bilhões até o fim do contrato.

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