Confederação Nacional de Municípios afirma que há 8,2 mil obras paradas no Brasil

Confederação Nacional de Municípios afirma que há 8,2 mil obras paradas no Brasil

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgou que 8,2 mil obras estão paralisadas em cidades de todo o Brasil e 11,2 mil deveriam estar em andamento, mas não foram iniciadas. Os dados fazem parte do estudo técnico Obras Paradas: Cruzamento de Base de Dados de Contratos de Repasse (Caixa Econômica Federal) e Restos a Pagar (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal).

Com o intuito de auxiliar na gestão municipalista, a análise identificou que um dos principais motivos para a paralisação e adiamento de início das construções se deve ao orçamento da União, que era previsto em R$ 32 bilhões para os municípios neste ano, porém teve apenas 25% repassado, o equivalente a R$ 7,3 bilhões.

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Governo de São Paulo deve lançar novo pacote de licitações para obras rodoviárias

Governo de São Paulo deve lançar novo pacote de licitações para obras rodoviárias

O secretário de Logística e Transportes do Estado de São Paulo, Laurence Casagrande, anunciou durante uma palestra realizada no Sindicato da Indústria da Construção Pesada de São Paulo (Sinicesp) o lançamento de um segundo pacote de licitações para obras de reativação de estradas vicinais e para conservação, com data prevista para o início de 2018.

Com a expectativa de gerar arrecadação de capital para investimentos em obras necessárias em meio à crise, o Governo pretende solucionar os problemas dos modais atuais, com a expansão do sistema de concessões, redução das tarifas dos pedágios e atualização jurídica, tributária e institucional. “O Governo do Estado tem como compromisso investir na infraestrutura, fator essencial para o desenvolvimento”, disse o secretário.

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Conheça o sistema de laje alveolar

O QUE É 

O modelo de laje alveolar fornecido pela Alveolare Brasil para as obras de expansão do Metrô de São Paulo é constituído de painéis de concreto protendido que possuem seção transversal e alvéolos longitudinais. Essas peças são produzidas em concreto de alta resistência à compressão (fck = 50 MPa) e com aços especiais para protensão. O alvéolo longitudinal serve para garantir uma redução do peso da laje, além de melhor desempenho estrutural. “Em uma laje de 16 cm, por exemplo, consomem-se 8 cm só de concreto. Então, retira-se metade do peso da laje mantendo praticamente a mesma resistência”, explica André Pagliaro, sócio-fundador da empresa fornecedora. Os alvéolos são limitados por paredes de concreto chamadas de alma ou nervuras.

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Sistema de laje acelera obras da Linha 5-Lilás, em São Paulo

Lajes alveolares compõem estrutura de túnel na estação Borba Gato da Linha 5-Lilás do Metrô

Em execução desde maio de 2011, as obras das novas estações da Linha 5-Lilás, do Metrô de São Paulo, têm sido marcadas pelo uso de lajes alveolares em sua estrutura. A escolha pelo material se dá graças a atributos que passam pela agilidade na montagem e versatilidade, uma vez que esse tipo de laje pode ser utilizado em qualquer sistema construtivo e atende a diferentes medidas de vão, desde que se respeite as prescrições normativas.

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Obras de saneamento no Paraná receberão R$ 92 milhões

Obras de saneamento no Paraná receberão R$ 92 milhões

O estado do Paraná terá financiamento de R$ 92 milhões para obras de saneamento em 19 municípios. O anúncio foi feito durante encontro do ministro das Cidades, Bruno Araújo, o governador do Paraná, Beto Richa, e o diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Mounir Chaowiche, nesta terça-feira (15).

Serão beneficiadas as cidades de Paraíso, Ivaiporã, Londrina, Santo Inácio, São João do Triunfo, Agudos do Sul, Altônia, Curitiba, Pinhais, São José dos Pinhais, Imbituva, Itaperuçu, Prudentópolis, Campo Magro, Araucária, Almirante Tamandaré, Quatro Barras, Campo Largo e Mandirituba.

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Ministério das Cidades vai investir R$ 750 milhões em obras na cidade de São Paulo

Ministério das Cidades vai investir R$ 750 milhões em obras na cidade de São Paulo

A Prefeitura de São Paulo e o Ministério das Cidades anunciaram na última quinta-feira (10) um investimento de R$ 750 milhões nas áreas de habitação e intervenções em áreas de riscos, incluindo obras de drenagem. “Esse pacote é muito importante para a cidade e o Estado de São Paulo e, em especial, para a população que vive na periferia, que é a mais necessitada e mais fragilizada”, destacou o prefeito de São Paulo, João Doria.

Ao todo, serão sete pontos abordados inicialmente pelo pacote de ações, entre eles: Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) Encostas; Projeto Piloto de Locação Social; novas moradias do Minha Casa Minha Vida (MCMV); contratação de mil unidades habitacionais vinculadas ao PAC; início das obras de drenagem e saneamento; Programa Casa da Família; e atendimento às famílias beneficiárias do MCMV.

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Governo da Bahia busca empresas interessadas na construção da ponte Salvador-Itaparica

Governo da Bahia busca empresas interessadas na construção da ponte Salvador-Itaparica

A Secretaria de Planejamento (Seplan) do Governo da Bahia publicou na última terça-feira (1º) o edital de chamamento público para as empresas interessadas em avaliar os estudos de estruturação do projeto de construção e de exploração da concessão do Sistema Viário Oeste/Ponte Salvador-Ilha de Itaparica (SVO) e apresentar manifestação prévia de interesse na licitação. O edital é direcionado a empresas dos setores de infraestrutura, mercado financeiro e de capitais, nacionais ou estrangeiras.

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Complexo viário de 11.800m evita entrelaçamentos no interior de São Paulo

Complexo viário de 11.800m evita entrelaçamentos no interior de São Paulo

O complexo viário de Ribeirão Preto (SP), inaugurado em dezembro de 2014, impressiona pelos números: são oito viadutos e 20 rampas de acesso, estabelecendo uma gigantesca “teia” de vias curvilíneas, com aproximadamente 450 metros de diâmetro. Ao todo, se colocados em linha reta, são 11.800 m de extensão, que formam o maior trevo rodoviário do Brasil, capaz de suportar o tráfego contínuo atual de 92 mil veículos por dia, e que deve chegar a 160 mil veículos diários em 2045.

O “Trevão de Ribeirão Preto”, como foi apelidado o complexo viário, foi resultado de uma solicitação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) para substituir a antiga rotatória Waldo Adalberto da Silveira, construída em 1972, e que já não suportava o fluxo que chegava a picos de 8 mil veículos por hora. A Arteris, concessionária que operava na região, ficou encarregada de elaborar o projeto de total remodelação do trevo.

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