Potência variada é a chave do sistema implantado na capital amazonense

Potência variada é a chave do sistema implantado na capital amazonense

O QUE É
Para a modernização do parque de iluminação de Manaus, foram utilizados dois modelos: Street Light (V2) e Street Light (Pico-LE), ambos da Ledstar, marca criada em 2011 pela Unicoba. São produtos voltados para a iluminação de vias públicas, pátios e parques, que possuem uma potência típica que varia de 40 W a 240 W, podendo chegar a 320 W no caso do Street Light (V2). Conforme explica Peter Cabral, diretor de eficiência energética e smart cities da empresa, o projeto de Manaus compreende várias potências, que variam de acordo com as especificações e a hierarquia viária de cada município. Em termos gerais, quanto mais complexa uma via, maior a sua classificação. No caso de uma via local com pouco fluxo de veículos e pedestres, a posição na classificação também é mais baixa. “A norma brasileira de iluminação pública e luminárias de LED compreende valores específicos em termos de resultados para atendimento a cada uma dessas classificações viárias”, explica Cabral. Dessa forma, a partir do momento em que a prefeitura aufere o Plano Diretor Viário já se sabe quanto a Avenida Eduardo Ribeiro, por exemplo, deve entregar em termos de resultado de intensidade de iluminação (lux).

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Manaus pode ser a primeira capital a substituir 100% dos sistemas convencionais de iluminação por lâmpadas de LED

Manaus pode ser a primeira capital a substituir 100% dos sistemas convencionais de iluminação por lâmpadas de LED

Com 42.268 novos pontos de iluminação de LED, a cidade de Manaus é a capital que mais investe na substituição de tecnologia. São gastos cerca de R$ 85 milhões anualmente – somente em 2015, foram R$ 110 milhões

Atualmente, Manaus (AM) tem 33,4% de sua rede de iluminação com luminárias de LED, e a previsão é de que esteja 100% coberta pela tecnologia até 2020.

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Como funciona o sistema de telegestão, que tem controle remoto virtual e identificação de luminárias defeituosas a distância

Como funciona o sistema de telegestão, que tem controle remoto virtual e identificação de luminárias defeituosas a distância

O sistema de telegestão aplicado em São Luiz do Paraitinga, no interior paulista, é composto basicamente de hardware, um sistema de comunicação e um software de gerenciamento. Cada luminária recebeu um controlador integrado (composto de fotocélula inteligente e rádio), que, além da possibilidade de controle, permite a programação por meio dos protocolos de comunicação por rede sem fio via rádio frequência mesh.

“O módulo faz a leitura da luminária, do consumo, se ela está funcionando, suas características elétricas, fator de potência, enfim, ele passa para o cliente as informações da luminária. E, ao mesmo tempo, esse módulo recebe informação do cliente”, conta Ricardo Cricci, diretor superintendente na Celena Participações, empresa responsável pelo projeto luminotécnico da cidade. Os controladores foram fornecidos pela Silver Spring Networks, uma das principais empresas do mundo no setor de redes inteligentes de energia. Ler mais

Com telegestão, São Luiz do Paraitinga, no interior de São Paulo, diminui em 54% o consumo com iluminação pública de LED

Com telegestão, São Luiz do Paraitinga, no interior de São Paulo, diminui em 54% o consumo com iluminação pública de LED

Desde 2015, a cidade de São Luiz do Paraitinga, no interior de São Paulo, reduziu em 54% o consumo de energia ao adotar um sistema de iluminação pública LED com telegestão em radiofrequência. Foram instaladas 110 luminárias, que consomem metade da potência das tradicionais lâmpadas de vapor de sódio e que também se comunicam com uma central de controle capaz de monitorar todos os pontos em tempo real. A iniciativa faz parte do projeto Cidade Inteligente, idealizado pela distribuidora Elektro, que planeja investir R$ 18 milhões na cidade – R$ 300 mil somente em iluminação pública. Ler mais

Veja como funciona a telegestão de iluminação pública com LED

Veja como funciona a telegestão de iluminação pública com LED

O gerenciamento remoto da iluminação pública com base em luminárias de LED começa a ganhar corpo nas cidades brasileiras por meio principalmente de Parcerias Público Privadas (PPPs). A modernização das redes entrou de vez na agenda das prefeituras em janeiro de 2014, quando concessionárias repassaram aos municípios os ativos desse serviço, seguindo determinação da resolução normativa 414/2010 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A telegestão garante que o operador da rede saiba a exata localização de cada ponto de luz e receba quase instantaneamente informações de desempenho e de falhas, como, por exemplo, lâmpadas queimadas no sistema. Essa agilidade facilita a manutenção da rede, pois os problemas não dependem apenas de rondas. Além dos alertas em casos de anormalidades, podem ser programadas varreduras periódicas, que fornecem dados para análises mais amplas do funcionamento da rede. As informações individualizadas dos pontos de consumo também permitem maior controle sobre os gastos das prefeituras com energia. Hoje, para efeitos de cálculo de consumo, a conta de eletricidade considera que cada lâmpada fica ligada 11h52 por dia, exceto em casos excepcionais. Com a telegestão, o consumo acumulado do sistema é registrado com exatidão. Por outro lado, o operador pode controlar a intensidade de cada luminária de LED, reduzindo ainda mais o uso de eletricidade.

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