Confederação Nacional de Municípios afirma que há 8,2 mil obras paradas no Brasil

Confederação Nacional de Municípios afirma que há 8,2 mil obras paradas no Brasil

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgou que 8,2 mil obras estão paralisadas em cidades de todo o Brasil e 11,2 mil deveriam estar em andamento, mas não foram iniciadas. Os dados fazem parte do estudo técnico Obras Paradas: Cruzamento de Base de Dados de Contratos de Repasse (Caixa Econômica Federal) e Restos a Pagar (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal).

Com o intuito de auxiliar na gestão municipalista, a análise identificou que um dos principais motivos para a paralisação e adiamento de início das construções se deve ao orçamento da União, que era previsto em R$ 32 bilhões para os municípios neste ano, porém teve apenas 25% repassado, o equivalente a R$ 7,3 bilhões.

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Data center é construído em apenas sete meses na Grande São Paulo

A fundação executada em sistema de hélice contínua e estacas moldadas in loco recebeu as peças de concreto pré-moldado

Sete meses foi o tempo necessário para ser erguido o primeiro data center da Odata, empresa especializada em infraestrutura para servidores de distribuição de dados em larga escala. Localizado em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, o empreendimento foi construído dentro do prazo graças à escolha do método construtivo com peças pré-moldadas, além do esforço de uma equipe que envolveu 1.498 profissionais ao longo de todo o período de projeto e edificação. Ao todo, foram investidos R$ 400 milhões.

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Área de infraestrutura recebe apenas 4,1% do previsto pelo FGTS em 2016

Área de infraestrutura recebe apenas 4,1% do previsto pelo FGTS em 2016

Segundo balanço divulgado na última terça-feira (22) pelo Ministério do Trabalho, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) injetou R$ 190,37 bilhões na economia brasileira em 2016. Deste montante, R$ 108,89 bilhões são relativos aos saques, enquanto R$ 81,48 bilhões foram liberados por meio de crédito de financiamento.

Entre os setores, a Habitação foi o qual teve maior investimento do fundo, de R$ 80,86 bilhões. O montante representa 88% das contratações estimadas para o ano. As áreas de Infraestrutura e Saneamento, porém, não tiveram resultados tão positivos. Foram liberados R$ 386,32 milhões e R$ 226,64 milhões, respectivamente, o que corresponde a apenas 4,1% e 6,5% do total previsto para 2016.

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Ministério das Cidades vai investir R$ 750 milhões em obras na cidade de São Paulo

Ministério das Cidades vai investir R$ 750 milhões em obras na cidade de São Paulo

A Prefeitura de São Paulo e o Ministério das Cidades anunciaram na última quinta-feira (10) um investimento de R$ 750 milhões nas áreas de habitação e intervenções em áreas de riscos, incluindo obras de drenagem. “Esse pacote é muito importante para a cidade e o Estado de São Paulo e, em especial, para a população que vive na periferia, que é a mais necessitada e mais fragilizada”, destacou o prefeito de São Paulo, João Doria.

Ao todo, serão sete pontos abordados inicialmente pelo pacote de ações, entre eles: Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) Encostas; Projeto Piloto de Locação Social; novas moradias do Minha Casa Minha Vida (MCMV); contratação de mil unidades habitacionais vinculadas ao PAC; início das obras de drenagem e saneamento; Programa Casa da Família; e atendimento às famílias beneficiárias do MCMV.

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Planejado para ser uma das principais obras de infraestrutura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o Terminal Paralímpico Recreio, na zona oeste da cidade, foi construído em apenas cinco meses

Planejado para ser uma das principais obras de infraestrutura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o Terminal Paralímpico Recreio, na zona oeste da cidade, foi construído em apenas cinco meses

O curto prazo exigiu das empresas envolvidas planejamentos cuidadosos e bem detalhados, além de monitoramento de todas as etapas, para que eventuais distorções não influenciassem no prazo de entrega. O terminal foi inaugurado em 9 de julho do ano passado. Conforme explica o arquiteto responsável, Jozé Candido Sampaio de Lacerda Jr., do ZK Arquitetos Associados, o curto prazo para a realização foi de fato o principal desafio enfrentado na concepção deste projeto. “Costuma levar bastante tempo para definirmos o projeto, realizar, aprovar e depois detalhar tudo. Mas, neste caso, foi realmente pouco tempo”, avalia o arquiteto.

A construtora responsável pela obra, a Construcap, também teve de estabelecer um planejamento detalhado para garantir que o projeto fosse entregue a tempo de ser inaugurado cerca de um mês antes do início dos Jogos. “Identificadas as atividades principais que representavam o caminho crítico para o cumprimento do prazo, todas as etapas desde o projeto executivo foram exaustivamente monitoradas por equipes especialmente mobilizadas para realizar o acompanhamento diário do cronograma”, explica Silvano Macatrozzo, gerente de operações da empresa.

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Saiba como é feita a aplicação de argamassa projetada para evitar superaquecimento de coberturas de aço durante incêndio

Saiba como é feita a aplicação de argamassa projetada para evitar superaquecimento de coberturas de aço durante incêndio

As coberturas de aço em geral requerem algum tipo de proteção que diminua as chances de haver um colapso estrutural durante um incêndio. Isso porque, quando submetido a altas temperaturas, o aço perde parte de sua capacidade de resistência mecânica, o que leva a deformações na estrutura e coloca em risco sua segurança. A proteção, chamada passiva, tem como objetivo aumentar o tempo de resistência da cobertura ao fogo.

Entre os materiais utilizados com essa finalidade, está a argamassa projetada, um pré-misturado seco de aglomerantes, agregados leves e aditivos poliméricos que, ao ser misturado com água, é projetado diretamente na estrutura. “O produto possui baixo peso específico, de aproximadamente 340 kg/m³, e é completamente atóxico, livre de asbestos ou amianto”, explica o engenheiro civil Humberto Bellei, membro da comissão executiva do Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA).

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Conheça mais detalhes das Tunnel Boring Machines, usadas na escavação de túneis metroviários

Conheça mais detalhes das Tunnel Boring Machines, usadas na escavação de túneis metroviários

Pela maior produtividade na escavação de túneis, as Tunnel Boring Machines (TBM) – ou tatuzões – se tornaram importantes elementos das obras metroviárias do País. O equipamento perfura, em média, de 10 m a 14 m por dia.

O uso das tuneladoras depende inicialmente da extensão do túnel, segundo Matheus Herrmann, coordenador de TBM do Consórcio Expresso Linha 6 de São Paulo. “Para túneis padrão, o custo e o prazo de implantação de uma TBM compensam se o túnel tiver comprimento igual ou superior a 4 km.” Além disso, túneis complexos, mesmo de comprimento inferior, exigem o uso da máquina: “É o que ocorre em travessias em zonas pantanosas ou sob grandes densidades demográficas”.

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Conheça os parâmetros de projeto, execução, operação e manutenção dos piscinões

Conheça os parâmetros de projeto, execução, operação e manutenção dos piscinões

Os reservatórios para controle de cheias, conhecidos como piscinões, são estruturas usadas para deter ou reter o volume de águas pluviais, amortecendo os picos de enchentes em áreas urbanas. “Essas estruturas se tornam fundamentais para reorganizar os escoamentos e mitigar os efeitos das inundações em sistemas de drenagem”, explica Marcelo Gomes Miguez, professor-associado da Escola Politécnica e Programa de Engenharia Civil/Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Na etapa de dimensionamento dos piscinões, é preciso analisar se eles serão implantados de modo corretivo, como reforço de capacidade de vazão de sistemas de drenagem, ou de modo preventivo. “Isso irá determinar o volume e a capacidade de vazão do reservatório”, explica Aluísio Canholi, diretor da Hidrostudio Engenharia e coordenador de diversos planos de drenagem no Estado de São Paulo. Ler mais

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