Exército vai concluir pavimentação da BR-163, no Pará | Infraestrutura Urbana

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Exército vai concluir pavimentação da BR-163, no Pará

Obra entre os municípios de Novo Progresso e Igarapé do Lauro recebeu investimento de R$ 128,5 milhões do Ministério dos Transportes

Gabrielle Vaz, do Portal PINIweb
18/Agosto/2017

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação, Maurício Quintella, anunciou o investimento de R$ 128,5 milhões para o Exército pavimentar 65 km da BR-163 entre os municípios de Novo Progresso e Igarapé do Lauro, no Pará. A entrega é prevista para setembro de 2018.

Divulgação: Governo de Mato Grosso

A via, de 955 km, vai da divisa de Mato Grosso até Miritituba, cidade com os principais terminais portuários para escoamento de produção. Também estão em obra os 35 km entre Vila Planalto e o Entroncamento BR-230, também previstas para o ano que vem, e os 80 km acima de Miritituba, que devem ser concluídas somente após 2018.

O Corredor Norte, composto pelas rodovias federais do Mato Grosso, Pará e Rondônia, é o principal meio de exportação das safras de soja e milho da região, que registrou em 2016/2017 cerca de 220 milhões de toneladas além de auxiliar como rota alternativa para escoamento da produção.

"Nosso objetivo é garantir o escoamento da safra de 2017/2018 aconteça sem problemas. Faremos todo o esforço para concluir a pavimentação até Miritituba, porque investir na solução dos obstáculos que amarram a economia brasileira e o funcionamento do país significa aumentar a competitividade dos produtos no mercado global", comentou o ministro.

Quintella afirmou que iniciativa também pretende evitar incidente ocorrido no mês de fevereiro deste ano, onde as chuvas acabaram danificando a região que impossibilitou o acesso aos portos de Miritituba e Santarém devido às más condições de alguns trechos da rodovia.

"Em fevereiro, nós garantimos ao país que a BR-163/PA estaria em condições muito melhores a partir do escoamento da safra 2017/2018. Não foram só palavras. As obras, que já estamos fazendo na região e a transferência desses recursos para o Exército, tornam essas palavras concretas", finalizou Quintella.