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Veja como deve ser feita a instalação de poços de visita monolíticos de polietileno

Estanque e eficaz contra infiltrações, equipamento substitui os poços convencionais de concreto e alvenaria

Por Nathalia Barboza
Edição 61 - Agosto/2016

Resolver o problema de infiltração na rede de esgotamento sanitário é a principal promessa dos poços de visita (PV) feitos de polietileno rotomoldado, que têm ganhado maior visibilidade no Brasil recentemente. Totalmente estanques, os chamados PVs monolíticos em polietileno (PE) impedem que a água infiltre, ao contrário daqueles construídos de concreto e alvenaria que, com o tempo, racham e tornam a rede de esgoto subdimensionada e transbordam o esgoto (que precisa ser bombeado) para o sistema de drenagem existente ou para cursos d'água.

A peça é composta de quatro partes: no topo, a chaminé (ou prolongador) tem 0,60 cm de diâmetro nominal (DN) e 0,50 cm de altura; o cone conecta-se ao elevador, e a base (de 1 m DN) abriga até cinco canaletas de entrada e uma de saída (todas com DN entre 150 mm e 300 mm). Anéis de elastômero fazem a vedação das conexões, que permitem adaptadores de transição para tubos de outros materiais (tubos de PVC liso ou corrugado).

Além de serem peças únicas e 90% mais leves do que o concreto (facilitando o transporte e manuseio), os PVs de polietileno são inquebráveis, indeformáveis e exigem escavações 50% menores. A profundidade da vala varia de 1,30 m a 4 m, conforme a topografia do lugar, podendo ser utilizados prolongadores de altura.

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