Ciclovia da Avenida Paulista: obra de 2,7 km de extensão ajuda a consolidar política de mobilidade urbana que incentiva tráfego de bicicletas | Infraestrutura Urbana

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Ciclovia da Avenida Paulista: obra de 2,7 km de extensão ajuda a consolidar política de mobilidade urbana que incentiva tráfego de bicicletas

Via recebeu rede de fibra ótica para monitoramento do trânsito com câmeras e radares

Por Luciana Tamaki
Edição 55 - Fevereiro/2016
Ciclovia inaugurada na Avenida Paulista tem 2,7 km de extensão e aproxima a cidade da meta de atingir 400 km de vias para ciclistas até o fim deste ano

RESUMO DA OBRA
Extensão: 2,7 km na Avenida Paulista e 0,9 km na Avenida Bernardino de Campos. Conexão com via para ciclistas nas ruas Itápolis, Consolação e Vergueiro
Serviços complementares: instalação de rede de fibra ótica sob o traçado de toda a ciclovia, retirada de postes e aterramento da rede elétrica e requalificação de calçadas e de passagens de nível na Avenida Bernardino de Campos
Duração da obra: janeiro a agosto de 2015
Custo da obra: R$ 12,2 milhões

O projeto de implementação de 400 km de vias para tráfego de bicicletas até 2016 na cidade de São Paulo está perto de ser concluído. Em dezembro, a capital paulista contava com 370,1 km de infraestrutura cicloviária permanente em operação - um grande salto para o município, cuja malha era de apenas 96,6 km até junho de 2014, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). De lá pra cá, a Prefeitura inaugurou 273,5 km de vias para ciclistas.

A mais emblemática delas é a ciclovia da Avenida Paulista, no coração de São Paulo. A obra foi executada entre janeiro e agosto de 2015, com implementação de 2,7 km de ciclovias nos canteiros centrais da Avenida Paulista e 0,9 km no da Avenida Bernardino de Campos. A construção também envolveu instalação de fibra ótica por baixo das ciclovias, dando suporte para equipamentos de monitoramento do trânsito, como radares, câmeras e sistema de controle de semáforos. O custo total do projeto foi de R$ 12,2 milhões.

Hoje circulam por ali, em média, 610 ciclistas no pico da manhã e 1.150 no pico da tarde, sem registros de acidentes até dezembro de 2015. 'A obra foi simbólica e um marco na consolidação da política de infraestrutura cicloviária na cidade', afirma Jilmar Tatto, secretário municipal de transportes.

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