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Abramat prevê ligeira retomada das vendas de materiais em 2015

Walter Cover
Edição 47 - Fevereiro/2015
 

Divulgação: Abramat
[Uma boa parte das importações de materiais de construção cederá espaço para o produto nacional e a indústria brasileira terá totais condições de substituir as importações]

O ano de 2014 foi frustrante para a maioria da indústria de materiais de construção. Com exceções de praxe, o desempenho de vendas cairá com relação a 2013 e, na média da indústria, a queda será de 4% a 5%, medida pelo faturamento real, ou seja, vendas descontada a inflação dos materiais, que anda por volta de 5,5%. O que aconteceu de errado, já que nos últimos anos o crescimento do setor foi bem acima do PIB da economia como um todo?

Os materiais fluem por três segmentos principais: o comércio varejista, ou seja, as lojas de materiais, que por sua vez vendem às famílias, que utilizam os materiais nas reformas de moradias; o setor imobiliário, com os condomínios de apartamentos, prédios comerciais e industriais, aqui incluído o Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV); e por último o segmento de infraestrutura, basicamente obras públicas. Cada um desses segmentos tem uma história diferente em 2014, todas com um pouco de dissabor.

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