Conheça o sistema de laje alveolar

O QUE É 

O modelo de laje alveolar fornecido pela Alveolare Brasil para as obras de expansão do Metrô de São Paulo é constituído de painéis de concreto protendido que possuem seção transversal e alvéolos longitudinais. Essas peças são produzidas em concreto de alta resistência à compressão (fck = 50 MPa) e com aços especiais para protensão. O alvéolo longitudinal serve para garantir uma redução do peso da laje, além de melhor desempenho estrutural. “Em uma laje de 16 cm, por exemplo, consomem-se 8 cm só de concreto. Então, retira-se metade do peso da laje mantendo praticamente a mesma resistência”, explica André Pagliaro, sócio-fundador da empresa fornecedora. Os alvéolos são limitados por paredes de concreto chamadas de alma ou nervuras.

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Data center é construído em apenas sete meses na Grande São Paulo

A fundação executada em sistema de hélice contínua e estacas moldadas in loco recebeu as peças de concreto pré-moldado

Sete meses foi o tempo necessário para ser erguido o primeiro data center da Odata, empresa especializada em infraestrutura para servidores de distribuição de dados em larga escala. Localizado em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, o empreendimento foi construído dentro do prazo graças à escolha do método construtivo com peças pré-moldadas, além do esforço de uma equipe que envolveu 1.498 profissionais ao longo de todo o período de projeto e edificação. Ao todo, foram investidos R$ 400 milhões.

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Sistema de laje acelera obras da Linha 5-Lilás, em São Paulo

Lajes alveolares compõem estrutura de túnel na estação Borba Gato da Linha 5-Lilás do Metrô

Em execução desde maio de 2011, as obras das novas estações da Linha 5-Lilás, do Metrô de São Paulo, têm sido marcadas pelo uso de lajes alveolares em sua estrutura. A escolha pelo material se dá graças a atributos que passam pela agilidade na montagem e versatilidade, uma vez que esse tipo de laje pode ser utilizado em qualquer sistema construtivo e atende a diferentes medidas de vão, desde que se respeite as prescrições normativas.

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Complexo viário de 11.800m evita entrelaçamentos no interior de São Paulo

Complexo viário de 11.800m evita entrelaçamentos no interior de São Paulo

O complexo viário de Ribeirão Preto (SP), inaugurado em dezembro de 2014, impressiona pelos números: são oito viadutos e 20 rampas de acesso, estabelecendo uma gigantesca “teia” de vias curvilíneas, com aproximadamente 450 metros de diâmetro. Ao todo, se colocados em linha reta, são 11.800 m de extensão, que formam o maior trevo rodoviário do Brasil, capaz de suportar o tráfego contínuo atual de 92 mil veículos por dia, e que deve chegar a 160 mil veículos diários em 2045.

O “Trevão de Ribeirão Preto”, como foi apelidado o complexo viário, foi resultado de uma solicitação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) para substituir a antiga rotatória Waldo Adalberto da Silveira, construída em 1972, e que já não suportava o fluxo que chegava a picos de 8 mil veículos por hora. A Arteris, concessionária que operava na região, ficou encarregada de elaborar o projeto de total remodelação do trevo.

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Conheça o verniz antipichação

Conheça o verniz antipichação

O QUE É 

O impermeabilizante antipichação utilizado na obra da Ponte Laguna foi o Fuseprotec Antipichação, da Viapol, que é o único verniz poliuretano no mercado brasileiro à base de água e monocomponente resistente às intempéries e aos raios UV. Isso confere à superfície aplicada proteção à pichação e também embelezamento das estruturas de concreto. “A maioria dos produtos no mercado é preparada à base de solvente e componente. O bicomponente tende a escurecer o concreto e também há a necessidade de aplicar um primer de base acrílica. Além disso, tem menor durabilidade do que um poliuretano”, afirma José Eduardo Granato, gerente técnico da Viapol.

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Ponte Laguna utiliza dois tipos de impermeabilizante

Ponte Laguna utiliza dois tipos de impermeabilizante

Entregue em maio de 2016, a Ponte Laguna, localizada no Bairro do Panamby (Zona Sul de São Paulo), foi a primeira a ser construída na cidade já com ciclovia instalada. Além disso, é uma das poucas obras de infraestrutura em que se fez aplicação de verniz impermeabilizante, objetivando a resistência a intempéries e, principalmente, com característica antipichação.

Conforme explica José Eduardo Granato, gerente técnico da Viapol, empresa responsável pelo fornecimento do produto, o material foi utilizado em toda a estrutura aparente da ponte. “Com exceção do pavimento em si, pois no Brasil ainda não há o costume de impermeabilizar o tabuleiro”, explica. No mais, todas as estruturas aparentes foram revestidas.

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Barreiras pré-moldadas de concreto fazem a separação de trecho de 49 km da Rodovia dos Tamoios, em São Paulo

Barreiras pré-moldadas de concreto fazem a separação de trecho de 49 km da Rodovia dos Tamoios, em São Paulo

Entre todas as estradas do país, a Rodovia dos Tamoios, no estado de São Paulo, foi a que mais investiu em barreiras pré-moldadas de segurança. Ao todo, foram 49 quilômetros de barreiras do tipo New Jersey, instaladas em 2014 durante a duplicação do Trecho Planalto, que vai do km 11,5 ao 60,5. As barreiras foram aplicadas tanto no centro da via quanto em alguns pontos na lateral das pistas.

Na época, ainda não havia sido feito o leilão de concessão, e a responsável pela operação e duplicação da rodovia foi a Dersa, controlada pelo governo do estado de São Paulo. O projeto optou, então, pela barreira pré-moldada NJ100, da Segurvia, empresa especializada na prestação de serviços e fabricação de barreiras de segurança pré-moldadas, de Florianópolis (SC), que trouxe a tecnologia europeia para o Brasil em 2010.

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Produção em série dos módulos de concreto pede rigor no içamento e posicionamento das peças. Conheça a barreira utilizada na Tamoios

Produção em série dos módulos de concreto pede rigor no içamento e posicionamento das peças. Conheça a barreira utilizada na Tamoios

 O QUE É 
A barreira pré-moldada NJ100, amplamente utilizada na Rodovia dos Tamoios, não tem sido mais fabricada pela Segurvia. O produto que a substitui agora é o Segur ET100. Segundo explica Eduardo Di Gregorio, diretor da empresa, são modelos parecidos, mas o perfil de rolagem embaixo da estrutura é diferente devido a um aperfeiçoamento após crash testes realizados na Itália.

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Tratamento e recuperação das bases estruturais e substituição de cabeamento da Ponte Pênsil de São Vicente, em São Paulo, são viabilizados por meio de estrutura provisória

Tratamento e recuperação das bases estruturais e substituição de cabeamento da Ponte Pênsil de São Vicente, em São Paulo, são viabilizados por meio de estrutura provisória

Pela primeira vez, desde sua construção, em 1914, a Ponte Pênsil de São Vicente (SP) teve seus 16 cabos de sustentação trocados. A obra de restauração e recuperação estrutural demorou cerca de dois anos e meio e envolveu especialmente a construção de uma estrutura com o objetivo de auxiliar nessa substituição. Concluída em 2015, a manobra havia sido realizada anteriormente apenas quatro vezes em todo o mundo – e foi pioneira no Brasil.

A necessidade de recuperação da ponte surgiu primeiramente em 2011, quando a seção de engenharia de estruturas do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que atua na conservação da ponte desde 1936, constatou a redução do coeficiente de segurança dos cabos de aço originais, causada pela corrosão dos fios. “A gente recomendou a troca dos cabos e a recuperação da ponte, pois o tablado de madeira também já estava desgastado”, explica Ivanisio de Oliveira, pesquisador do IPT.

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